The China Mail - Na Amazônia, Biden pede proteção à floresta e desafia Trump

USD -
AED 3.67295
AFN 65.489986
ALL 80.54488
AMD 366.069773
AOA 916.999858
ARS 1498.498196
AUD 1.416962
AWG 1.8
AZN 1.698888
BAM 1.694779
BBD 2.013492
BDT 123.412607
BHD 0.37711
BIF 2985
BMD 1
BND 1.280399
BOB 11.871596
BRL 5.178698
BSD 0.99964
BTN 95.359579
BWP 13.493759
BYN 2.963804
BYR 19600
BZD 2.010589
CAD 1.39224
CDF 2276.000096
CHF 0.81198
CLF 0.023215
CLP 916.496581
CNY 6.745599
CNH 6.746985
COP 3136.5
CRC 453.296822
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.747903
CZK 21.010118
DJF 177.719484
DKK 6.48027
DOP 58.298173
DZD 132.915013
EGP 49.975043
ERN 15
ETB 161.703184
EUR 0.86675
FJD 2.211036
FKP 0.739377
GBP 0.74085
GEL 2.610186
GGP 0.739377
GHS 11.779913
GIP 0.739377
GMD 74.000172
GNF 8780.000062
GTQ 7.626417
GYD 209.364696
HKD 7.84681
HNL 26.795146
HRK 6.530101
HTG 130.708873
HUF 316.719784
IDR 17847.55
ILS 2.997298
IMP 0.739377
INR 95.310196
IQD 1309.601695
IRR 1374799.999991
ISK 123.080294
JEP 0.739377
JMD 158.160856
JOD 0.709037
JPY 159.325501
KES 129.403528
KGS 87.450094
KHR 4053.496888
KMF 427.000267
KRW 1413.624993
KWD 0.307197
KYD 0.833091
KZT 466.225877
LAK 22605.000246
LBP 89549.999854
LKR 334.293748
LRD 181.600733
LSL 16.189984
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.354999
MAD 9.314006
MDL 17.364592
MGA 4301.50388
MKD 53.309532
MMK 2099.437721
MNT 3594.800745
MOP 8.079358
MRU 40.11917
MUR 47.000077
MVR 15.459911
MWK 1737.000223
MXN 17.10507
MYR 4.091904
MZN 63.401968
NAD 16.175005
NGN 1362.500995
NIO 36.784617
NOK 9.502198
NPR 152.571674
NZD 1.700665
OMR 0.384497
PAB 0.99964
PEN 3.379906
PGK 4.486077
PHP 61.015039
PKR 277.849806
PLN 3.728502
PYG 5952.262319
QAR 3.645949
RON 4.540797
RSD 101.696018
RUB 82.509721
RWF 1469
SAR 3.754906
SBD 8.065696
SCR 13.74968
SDG 600.500761
SEK 9.52813
SGD 1.28039
SLE 24.450175
SOS 600.491204
SRD 37.946011
STD 20697.981008
STN 21.230227
SVC 8.746853
SZL 16.213312
THB 33.159044
TJS 9.212099
TMT 3.51
TND 2.93523
TRY 47.737955
TTD 6.770423
TWD 32.249499
TZS 2654.997974
UAH 44.853663
UGX 3719.189092
UYU 40.250777
UZS 11886.327301
VES 755.7624
VND 26136.5
VUV 118.84778
WST 2.733733
XAF 568.412889
XAG 0.015519
XAU 0.000229
XCD 2.70255
XCG 1.801749
XDR 0.706586
XOF 568.412889
XPF 103.343544
YER 238.406315
ZAR 16.22074
ZMK 9001.204156
ZMW 18.744124
ZWL 321.999592
Na Amazônia, Biden pede proteção à floresta e desafia Trump
Na Amazônia, Biden pede proteção à floresta e desafia Trump / foto: © AFP

Na Amazônia, Biden pede proteção à floresta e desafia Trump

Rodeado pelas enormes árvores verdes da Amazônia brasileira, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu neste domingo (17) a proteção da maior floresta tropical do mundo e disse duvidar que seu sucessor, Donald Trump, possa reverter a "revolução da energia limpa" em seu país.

Tamanho do texto:

Durante sua visita a Manaus, a primeira à Amazônia de um presidente americano em exercício, Biden desafiou Trump, que prometeu reverter as políticas ambientais da administração democrata.

"A floresta amazônica foi construída ao longo de 50 milhões de anos... 50 milhões de anos. A história nos observa literalmente agora. Então, vamos preservar este lugar sagrado para o nosso tempo e para sempre, em benefício de toda a humanidade", declarou Biden à imprensa.

Esse ecossistema tropical, que se estende por nove países da América do Sul, com 60% de sua extensão no Brasil, é uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas e à degradação ambiental.

Um estudo recente da rede de monitoramento RAISG revelou que a Amazônia perdeu, em quatro décadas, uma área equivalente à da Colômbia.

- Críticas a Trump -

A visita histórica acontece enquanto o mundo se prepara para o retorno de Donald Trump à Casa Branca, em 20 de janeiro.

Descrente em relação à crise ambiental, o ex-presidente republicano (2017-2021) prometeu durante a campanha eleitoral "perfurar, perfurar, perfurar" e aumentar a extração de combustíveis fósseis.

Especialistas alertaram que sua segunda presidência frearia a transição para a energia verde que Biden tem impulsionado, esmagando as esperanças de alcançar objetivos climáticos cruciais nos próximos anos.

No entanto, o presidente em fim de mandato, de 81 anos, afirmou neste domingo que "ninguém" pode reverter a "revolução da energia limpa" em seu país.

"Não quando tantas pessoas, independentemente do partido ou da política, estão se beneficiando dela. Não quando países de todo o mundo estão aproveitando a revolução da energia limpa para avançar", disse.

"Amigos, não precisamos escolher entre meio ambiente e economia. Podemos fazer as duas coisas. Já demonstramos isso em casa", acrescentou.

- Ajudas para a floresta -

O governante democrata chegou a Manaus acompanhado de sua filha Ashley e de sua neta Natalie. Imediatamente, partiu em um passeio aéreo pelo Amazonas, antes de visitar o Museu da Amazônia.

Lá, entrou em uma pequena fração da floresta tropical de árvores altas, dominadas por barulhentas araras, e conversou com líderes indígenas, defensores do meio ambiente e empresários.

O museu está localizado dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke, considerada por muitos o ponto de partida do rio Amazonas e a porta de entrada para a Amazônia.

A visita foi precedida por um anúncio simbólico: a Casa Branca informou que o governo dos Estados Unidos aumentou sua contribuição bilateral para financiar a luta contra as mudanças climáticas a 11 bilhões de dólares (R$ 63,6 bilhões) anuais em 2024.

O valor faz de Washington "o maior contribuinte bilateral em financiamento climático no mundo", afirmou o governo americano em um comunicado.

O anúncio acontece no momento em que os participantes da conferência do clima COP29 de Baku discutem sobre quem deve financiar a luta contra a crise ambiental.

"Nenhum país deveria se vangloriar de ser o maior financiador bilateral. O que importa é a contribuição total, e os Estados Unidos nunca alcançaram sua parte justa", reagiu, em declaração à AFP, Friederike Roder, da ONG Global Citizen.

- Próxima parada: G20 -

Entre outras medidas, Biden anunciou que os Estados Unidos dobrarão, até 100 milhões de dólares (R$ 579 milhões), sua contribuição para o Fundo Amazônia, que gerencia recursos de países e organizações internacionais para preservar a floresta amazônica, considerada crucial para deter o aquecimento global.

Após sua passagem pela Amazônia, Biden segue para o Rio de Janeiro, onde participará, na segunda e terça-feira, da reunião de cúpula do G20, onde a volta de Trump e a COP29 de Baku marcarão a agenda.

No Rio, o americano tem previsto ainda um almoço com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que assumiu o compromisso de acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030.

R.Yeung--ThChM