The China Mail - A seis meses das eleições, Biden está cada vez mais mal-humorado com a imprensa

USD -
AED 3.672504
AFN 69.503991
ALL 83.850403
AMD 382.520403
ANG 1.789783
AOA 917.000367
ARS 1342.688342
AUD 1.529304
AWG 1.8025
AZN 1.70397
BAM 1.676431
BBD 2.014495
BDT 121.622259
BGN 1.672204
BHD 0.375818
BIF 2948.5
BMD 1
BND 1.285567
BOB 6.911271
BRL 5.432404
BSD 1.000219
BTN 88.156209
BWP 13.465107
BYN 3.403177
BYR 19600
BZD 2.01158
CAD 1.37485
CDF 2865.000362
CHF 0.800518
CLF 0.024637
CLP 966.503912
CNY 7.130804
CNH 7.12231
COP 4017.25
CRC 505.037951
CUC 1
CUP 26.5
CVE 94.62504
CZK 20.928604
DJF 177.720393
DKK 6.387704
DOP 63.000359
DZD 128.141873
EGP 48.414118
ERN 15
ETB 141.703874
EUR 0.855804
FJD 2.255404
FKP 0.739957
GBP 0.740466
GEL 2.69504
GGP 0.739957
GHS 11.75039
GIP 0.739957
GMD 71.503851
GNF 8681.000355
GTQ 7.666428
GYD 209.163884
HKD 7.79775
HNL 26.410388
HRK 6.447504
HTG 130.91386
HUF 339.420388
IDR 16416.25
ILS 3.34452
IMP 0.739957
INR 88.16745
IQD 1310
IRR 42075.000352
ISK 122.540386
JEP 0.739957
JMD 160.040115
JOD 0.70904
JPY 147.05404
KES 129.503801
KGS 87.391304
KHR 4006.00035
KMF 422.00035
KPW 900.03541
KRW 1388.970383
KWD 0.305475
KYD 0.833501
KZT 538.801435
LAK 21675.000349
LBP 89565.891938
LKR 302.011323
LRD 200.532296
LSL 17.640381
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 5.420381
MAD 9.037504
MDL 16.663167
MGA 4475.000347
MKD 52.749551
MMK 2099.589215
MNT 3598.002954
MOP 8.030721
MRU 39.970379
MUR 45.910378
MVR 15.403739
MWK 1734.289351
MXN 18.655604
MYR 4.225039
MZN 63.903729
NAD 17.640377
NGN 1538.730377
NIO 36.810377
NOK 10.059304
NPR 141.049762
NZD 1.696353
OMR 0.383306
PAB 1.000219
PEN 3.532504
PGK 4.146504
PHP 57.088038
PKR 281.750374
PLN 3.648856
PYG 7230.991433
QAR 3.640604
RON 4.342038
RSD 100.326017
RUB 79.648171
RWF 1445
SAR 3.752438
SBD 8.210319
SCR 14.129123
SDG 600.503676
SEK 9.461604
SGD 1.284104
SHP 0.785843
SLE 23.290371
SLL 20969.49797
SOS 571.639188
SRD 38.605504
STD 20697.981008
STN 21.3
SVC 8.751591
SYP 13001.911386
SZL 17.640369
THB 32.270369
TJS 9.326659
TMT 3.51
TND 2.873504
TOP 2.342104
TRY 41.103635
TTD 6.796412
TWD 30.579038
TZS 2505.878038
UAH 41.381211
UGX 3549.494491
UYU 40.029315
UZS 12475.000334
VES 146.89867
VND 26345
VUV 119.905576
WST 2.672352
XAF 562.259299
XAG 0.025175
XAU 0.00029
XCD 2.70255
XCG 1.802605
XDR 0.699264
XOF 561.503593
XPF 102.503591
YER 240.000331
ZAR 17.65301
ZMK 9001.203584
ZMW 23.58901
ZWL 321.999592
A seis meses das eleições, Biden está cada vez mais mal-humorado com a imprensa
A seis meses das eleições, Biden está cada vez mais mal-humorado com a imprensa / foto: © AFP

A seis meses das eleições, Biden está cada vez mais mal-humorado com a imprensa

É a tensão sobre as próximas eleições? Frustração por uma campanha que não está indo como ele deseja? Negação diante de pesquisas sombrias? Seja como for, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está cada vez mais de mau humor com os jornalistas.

Tamanho do texto:

O democrata, que enfrentará novamente seu antecessor republicano Donald Trump (2017-2021) em busca de um segundo mandato, mostra-se mais ácido diante da imprensa.

“Rezei por todos vocês. Precisam de ajuda!”, declarou recentemente, ao sair de uma igreja, a um repórter que perguntou como havia sido seu dia.

Na última quinta-feira, durante uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente do Quênia, William Ruto, o governante de 81 anos reclamou: “Vocês nunca cumprem sua palavra.”

Um jornalista havia perguntado sobre a situação no Haiti e também sobre o conflito na Faixa de Gaza, mas o presidente só tinha concordado em responder a uma pergunta. Por fim, acabou falando brevemente sobre o Oriente Médio.

A equipe de campanha de Biden critica os meios de comunicação apontando que subestimam o perigo representado por Trump para a democracia e por se interessarem mais pela idade do presidente do que pelo desempenho da economia em seu mandato, considerado relativamente bom.

Longe de atacar apenas os meios conservadores, o pessoal de Biden desenvolveu uma hostilidade particular contra o The New York Times, jornal de prestígio considerado de centro-esquerda.

“Quem faz vista grossa para as mentiras de Donald Trump? The New York Tunes”, gritou um porta-voz da campanha de Biden, depois que o jornal desmentiu, em fevereiro, algumas afirmações do governo sobre o andamento da economia.

De qualquer forma, Biden nunca atacou a imprensa com a mesma virulência que Trump.

- Mantendo distância -

Mas enquanto o magnata de 77 anos se aproxima sempre que pode de qualquer microfone, Biden mantém distância deles.

Concede muito poucas coletivas de imprensa importantes, raramente dá entrevistas e nunca tem conversas informais em suas viagens de avião.

Até pouco tempo atrás, às vezes respondia duas ou três perguntas antes de subir em seu helicóptero e partir da Casa Branca rumo a algum evento.

Mas agora, em vez de caminhar sozinho em direção à aeronave, o presidente sai rodeado por um grupo de assessores que agem como uma barreira de contenção contra os jornalistas.

Isso evita perguntas e disfarça diante das câmeras o quão cauteloso o candidato democrata se tornou.

O mau humor de Biden coincide com pesquisas que mostram resultados pouco animadores.

Várias enquetes o mostram em dificuldades frente a Trump, não necessariamente na intenção de voto geral, mas nos chamados "estados indecisos", aqueles seis ou sete que efetivamente decidirão as eleições.

Por um lado, Biden questiona a solidez das pesquisas: "Hoje em dia é difícil fazer uma pesquisa racional. (...) É preciso fazer tantas ligações" antes de conseguir falar com alguém, afirmou recentemente.

Porém, por outro lado, analisa essas mesmas pesquisas em busca de sinais favoráveis: "A imprensa não fala sobre isso, mas a dinâmica está claramente a nosso favor", repete aos seus seguidores.

- Mídia tradicional em baixa -

“A campanha de Joe Biden se baseia em falsas esperanças?”, questiona o título de uma entrevista na revista New Yorker com o estrategista democrata Simon Rosenberg, que se declarou definitivamente otimista.

O analista enfatizou, em um vídeo divulgado na quinta-feira, que nenhuma pesquisa até então, por mais favorável que seja, garantiu a Trump os 270 delegados necessários para a vitória final.

“Não estamos onde gostaríamos de estar e há muito trabalho a ser feito”, reconheceu Rosenberg, que no entanto ressaltou: sem dúvida, prefiro estar em nosso lugar do que no deles”, referindo-se aos republicanos.

Para o bem ou para o mal, Biden não deveria esquecer que, apesar de sua frustração com os meios tradicionais, eles têm cada vez menos influência sobre os eleitores.

Segundo uma pesquisa realizada em dezembro pela Universidade de Maryland e o The Washington Post, 14% dos americanos têm como fonte primária de notícias meios diferentes da televisão, rádio e periódicos.

Só 5% dos entrevistados cita, por exemplo, o The New York Times.

C.Mak--ThChM