The China Mail - EUA sanciona chefes de segurança e ministros de Maduro por 'repressão' na Venezuela

USD -
AED 3.672502
AFN 65.50415
ALL 80.507244
AMD 365.01064
ANG 1.789879
AOA 917.000095
ARS 1492.519411
AUD 1.418078
AWG 1.8
AZN 1.689513
BAM 1.695263
BBD 2.013964
BDT 122.737142
BGN 1.695588
BHD 0.377053
BIF 2989.524961
BMD 1
BND 1.279801
BOB 11.724171
BRL 5.1819
BSD 0.999918
BTN 95.385656
BWP 13.460347
BYN 3.007294
BYR 19600
BZD 2.011025
CAD 1.394935
CDF 2275.000054
CHF 0.81266
CLF 0.023222
CLP 913.970338
CNY 6.74385
CNH 6.74491
COP 3148.12
CRC 448.992151
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.576349
CZK 21.005302
DJF 178.066518
DKK 6.481599
DOP 58.525
DZD 132.927353
EGP 50.278399
ERN 15
ETB 161.748658
EUR 0.86704
FJD 2.21445
FKP 0.740201
GBP 0.741185
GEL 2.609656
GGP 0.740201
GHS 11.129554
GIP 0.740201
GMD 73.999606
GNF 8784.026836
GTQ 7.628599
GYD 209.201938
HKD 7.84695
HNL 26.806912
HRK 6.531898
HTG 130.788467
HUF 314.595996
IDR 17857
ILS 2.981155
IMP 0.740201
INR 95.40865
IQD 1309.878261
IRR 1374625.000306
ISK 123.289894
JEP 0.740201
JMD 158.197428
JOD 0.709025
JPY 159.327499
KES 129.339769
KGS 87.449743
KHR 4047.014363
KMF 427.999933
KPW 899.999851
KRW 1420.455019
KWD 0.30877
KYD 0.833341
KZT 465.334992
LAK 22560.653208
LBP 89543.419564
LKR 333.32611
LRD 181.491161
LSL 16.13092
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.369156
MAD 9.261974
MDL 17.358291
MGA 4307.049554
MKD 53.333911
MMK 2099.846019
MNT 3597.969266
MOP 8.082069
MRU 40.07073
MUR 47.149994
MVR 15.45993
MWK 1733.944716
MXN 17.05351
MYR 4.087009
MZN 63.898097
NAD 16.13078
NGN 1360.390081
NIO 36.795139
NOK 9.525403
NPR 152.617049
NZD 1.71103
OMR 0.384506
PAB 0.999922
PEN 3.374231
PGK 4.424951
PHP 61.309713
PKR 277.552126
PLN 3.732265
PYG 5967.781779
QAR 3.635016
RON 4.546989
RSD 101.700985
RUB 84.076121
RWF 1472.957921
SAR 3.793913
SBD 8.064941
SCR 13.712904
SDG 600.501194
SEK 9.562105
SGD 1.28006
SHP 0.740866
SLE 24.549903
SLL 20969.503586
SOS 571.473149
SRD 37.669903
STD 20697.981008
STN 21.236115
SVC 8.749355
SYP 13002.000116
SZL 16.135114
THB 33.1355
TJS 9.239471
TMT 3.5
TND 2.934571
TOP 2.40776
TRY 47.77525
TTD 6.780822
TWD 32.13899
TZS 2645.502953
UAH 44.697729
UGX 3712.41966
UYU 40.062929
UZS 11944.334892
VES 765.391543
VND 26075
VUV 118.594628
WST 2.730779
XAF 568.573014
XAG 0.015361
XAU 0.000228
XCD 2.70255
XCG 1.802131
XDR 0.707585
XOF 568.570549
XPF 103.373104
YER 237.15012
ZAR 16.11924
ZMK 9001.201104
ZMW 18.798892
ZWL 321.999592
EUA sanciona chefes de segurança e ministros de Maduro por 'repressão' na Venezuela
EUA sanciona chefes de segurança e ministros de Maduro por 'repressão' na Venezuela / foto: © AFP

EUA sanciona chefes de segurança e ministros de Maduro por 'repressão' na Venezuela

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta-feira (27), sanções contra 21 funcionários do aparato de segurança e membros do gabinete do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, incluindo ministros, por cumprirem suas ordens "para reprimir a sociedade", com o objetivo de "se declarar fraudulentamente vencedor" das eleições.

Tamanho do texto:

O Escritório de Controle de Ativos Externos (Ofac) do Departamento do Tesouro sancionou funcionários da Guarda Nacional Bolivariana (GNB), que utilizou "suas armas de fogo para reprimir os manifestantes, prender e agredir menores, e realizar prisões arbitrárias", da Polícia Nacional Bolivariana (PNB), da Milícia Bolivariana, do Serviço de Inteligência (Sebin) e da Direção de Contra-inteligência Militar (Dgcim).

Entre outros, destacam-se os chefes do serviço de inteligência, Alexis José Rodríguez Cabello, do Dgcim, o general Javier José Marcano Tábata, e da polícia nacional, o general Rubén Santiago.

A Sebin e a Dgcim são frequentemente responsáveis pelas prisões de ativistas opositores por acusações de "conspiração" contra o governo de Maduro. Ambos os órgãos foram questionados por organizações de direitos humanos e pela missão de especialistas da ONU encarregada de investigar abusos na Venezuela.

A Polícia Nacional atua, por sua vez, no controle de manifestações e eventos de ordem pública.

As sanções visam vários ministros como o das Comunicações, Freddy Ñáñez, um dos propagandistas do regime, presente em quase todas as intervenções de Maduro, o ministro do Gabinete da Presidência, o contra-almirante Aníbal Coronado Millán, o Ministro do Planejamento, Ricardo Menéndez, e o do Serviço Penitenciário, Julio García Zerpa.

Daniella Desiree Cabello, filha do ministro do Interior Diosdado Cabello, também foi incluída. Desde setembro está à frente da Agência de Promoção de Exportações, que na prática substitui a autoridade de controle cambial que vigorou na Venezuela por mais de 15 anos.

- Restrição de vistos -

"Esses indivíduos apoiaram e executaram as ordens de Maduro para reprimir a sociedade civil em seus esforços para se declarar fraudulentamente vencedor das eleições presidenciais da Venezuela de 28 de julho", afirma o Tesouro em um comunicado.

Dessa forma, ignoram "a vontade da esmagadora maioria dos eleitores venezuelanos que escolheram Edmundo González Urrutia como seu próximo presidente", acrescenta.

A oposição reivindicou a vitória de González Urrutia afirmando que possuíam 80% das cópias das atas de votação. A eclosão dos protestos contra Maduro deixou 28 mortos, 200 feridos e mais de 2.400 presos.

O opositor está exilado na Espanha, mas garantiu que tomará posse como presidente em 10 de janeiro na Venezuela.

Paralelamente, o Departamento de Estado impôs restrições de visto a "indivíduos alinhados com Maduro".

Com estas medidas, quase 2.000 pessoas são afetadas por restrições de visto até o momento.

As sanções implicam no "bloqueio da propriedade e a suspensão da entrada" nos EUA de "atuais ou ex-funcionários" do governo venezuelano, segundo o Tesouro.

"Não se trata simplesmente de responsabilizar Nicolás Maduro", mas sim os funcionários "que agem ilegalmente para manter este regime baseado em táticas repressivas", declarou a jornalistas um funcionário do governo que pediu anonimato.

- Licenças petrolíferas -

Washington segue sem mexer nas licenças petrolíferas, apesar de a líder opositora venezuelana, María Corina Machado, insistir neste pedido.

A indústria petrolífera da Venezuela é alvo de sanções desde 2019, mas Washington concede licenças individuais para que várias empresas operem no país, como a americana Chevron.

"Isso é algo que estamos revisando continuamente enquanto buscamos alcançar nossos objetivos de política externa na Venezuela", afirmou o funcionário.

"Porque não tomamos nenhuma ação até agora não significa que não tomaremos no futuro", explicou a jornalistas outro funcionário, que também pediu anonimato.

Nos últimos dias, a pressão internacional sobre o chavismo aumentou.

O G7, formado por EUA, Canadá, Itália, Alemanha, Reino Unido, Japão e França, considerou González Urrutia o vencedor das eleições.

Isto levou Maduro, reeleito para um terceiro mandato (2025-2031) sem apresentar os detalhes dos registros eleitorais, a considerar a revisão das relações com estes países.

Z.Ma--ThChM