The China Mail - Trump vislumbra 'possibilidade real' de acordo em Gaza; Israel recorda 7 de outubro

USD -
AED 3.672498
AFN 64.000067
ALL 82.087167
AMD 368.450607
ANG 1.790403
AOA 918.000079
ARS 1428.330353
AUD 1.418842
AWG 1.801525
AZN 1.710656
BAM 1.689603
BBD 2.013822
BDT 122.983888
BGN 1.69088
BHD 0.37683
BIF 2970.152477
BMD 1
BND 1.283746
BOB 6.909421
BRL 5.061503
BSD 0.99987
BTN 95.052482
BWP 13.460326
BYN 2.766446
BYR 19600
BZD 2.010971
CAD 1.39945
CDF 2295.000148
CHF 0.799521
CLF 0.022916
CLP 904.902596
CNY 6.771499
CNH 6.763459
COP 3492.894475
CRC 454.839964
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.257224
CZK 20.874697
DJF 178.057103
DKK 6.461102
DOP 58.710207
DZD 133.120816
EGP 51.846573
ERN 15
ETB 157.556391
EUR 0.863898
FJD 2.215895
FKP 0.745885
GBP 0.748195
GEL 2.65497
GGP 0.745885
GHS 11.098441
GIP 0.745885
GMD 73.000416
GNF 8759.016889
GTQ 7.622133
GYD 209.191828
HKD 7.83605
HNL 26.736642
HRK 6.513798
HTG 130.733014
HUF 304.250133
IDR 17779.3
ILS 2.92082
IMP 0.745885
INR 95.110497
IQD 1309.835428
IRR 1375877.499154
ISK 124.649705
JEP 0.745885
JMD 158.489914
JOD 0.709029
JPY 160.225021
KES 129.480368
KGS 87.450285
KHR 4017.105093
KMF 426.000221
KPW 900.00035
KRW 1518.020133
KWD 0.30848
KYD 0.833312
KZT 488.937843
LAK 22017.191482
LBP 89543.518639
LKR 335.207982
LRD 181.97918
LSL 16.286467
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.372943
MAD 9.260766
MDL 17.462745
MGA 4172.605935
MKD 53.254719
MMK 2098.945404
MNT 3577.889929
MOP 8.070062
MRU 39.65617
MUR 47.250016
MVR 15.460146
MWK 1733.834392
MXN 17.222899
MYR 4.057596
MZN 63.913532
NAD 16.286467
NGN 1360.491092
NIO 36.793227
NOK 9.5135
NPR 152.084143
NZD 1.715119
OMR 0.384251
PAB 0.99987
PEN 3.400458
PGK 4.378213
PHP 60.770991
PKR 278.191957
PLN 3.66995
PYG 6122.413719
QAR 3.65522
RON 4.526102
RSD 101.386549
RUB 72.4589
RWF 1468.359898
SAR 3.753801
SBD 8.045573
SCR 14.065224
SDG 600.502771
SEK 9.47869
SGD 1.284502
SHP 0.746601
SLE 24.649565
SLL 20969.503664
SOS 571.465595
SRD 37.5095
STD 20697.981008
STN 21.165392
SVC 8.74865
SYP 110.532098
SZL 16.273163
THB 32.873019
TJS 9.318906
TMT 3.51
TND 2.933437
TOP 2.40776
TRY 46.232501
TTD 6.791931
TWD 31.621501
TZS 2624.681439
UAH 44.803507
UGX 3749.298086
UYU 40.387024
UZS 11975.292644
VES 581.95784
VND 26310
VUV 118.173796
WST 2.743491
XAF 566.677033
XAG 0.014699
XAU 0.000237
XCD 2.70255
XCG 1.801996
XDR 0.704764
XOF 566.677033
XPF 103.027947
YER 238.59782
ZAR 16.31128
ZMK 9001.202853
ZMW 17.467928
ZWL 321.999592
Trump vislumbra 'possibilidade real' de acordo em Gaza; Israel recorda 7 de outubro
Trump vislumbra 'possibilidade real' de acordo em Gaza; Israel recorda 7 de outubro / foto: © AFP

Trump vislumbra 'possibilidade real' de acordo em Gaza; Israel recorda 7 de outubro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mencionou, nesta terça-feira (7), uma "possibilidade real" de alcançar um acordo para pôr fim à guerra em Gaza, enquanto Israel lembrou o segundo aniversário do ataque violento do Hamas que desencadeou o conflito em 7 de outubro de 2023.

Tamanho do texto:

Trump, que pressiona para alcançar um acordo, indicou que uma "equipe" americana está envolvida nas conversas indiretas em curso em Sharm el-Sheikh, no Egito, entre negociadores israelenses e do movimento islamista palestino Hamas.

Essas conversas se baseiam no plano anunciado em 29 de setembro pelo presidente americano, que prevê um cessar-fogo, a libertação dos reféns sequestrados durante o ataque de 7 de outubro em troca de prisioneiros palestinos, a retirada gradual do Exército israelense de Gaza e o desarmamento do Hamas.

"Há uma possibilidade real de que possamos fazer algo" com relação a um acordo sobre Gaza, declarou Trump, insistindo em que os Estados Unidos desejam a "libertação dos reféns imediatamente".

O principal negociador do Hamas, Khalil al Hayya, declarou que seu grupo "quer garantias do presidente Trump e dos países patrocinadores de que a guerra terminará de uma vez por todas".

Segundo o chefe da diplomacia egípcia, Badr Abdelatty, uma delegação liderada por Steve Witkoff, o enviado de Donald Trump, chegará na quarta-feira ao Egito.

Em uma demonstração dos intensos esforços para alcançar resultados, o primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, e o chefe do serviço de inteligência da Turquia, Ibrahim Kalin, também se unirão às conversas na quarta-feira.

O Hamas havia assinalado anteriormente que está tentando superar "todos os obstáculos" que possam impedir um acordo.

Em sua resposta ao plano de Trump, o movimento islamista aceitou libertar os reféns, mas exigiu o fim da ofensiva israelense e a retirada total de Israel de Gaza. Não mencionou seu desarmamento, ponto-chave da proposta.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse apoiar a proposta americana, mas ressaltou que seu Exército permaneceria na maior parte de Gaza e afirmou que o Hamas deve ser desarmado.

- 'Para estar com ela' -

Há exatamente dois anos, no final do feriado judaico do Sucot, milicianos deste movimento islamista lançaram o ataque mais mortal da história de Israel desde a sua criação em 1948.

Protegidos por foguetes disparados da Faixa de Gaza, milhares de combatentes do Hamas e de outras organizações palestinas destruíram a barreira na fronteira com Israel e atacaram comunidades agrícolas, bases militares e um grande festival de música no deserto.

O ataque resultou na morte de 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo um balanço feito com base em dados oficiais israelenses. O Hamas levou 251 reféns para Gaza, dos quais 47 permanecem em cativeiro, incluindo 25 que, segundo o Exército israelense, estariam mortos.

Às 6h29 locais (00h29 de Brasília) desta terça-feira, mesmo horário em que o Hamas lançou seu ataque em 2023, parentes dos mortos no festival fizeram um minuto de silêncio no local em homenagem às mais de 370 pessoas mortas.

"Estou aqui para estar com ela, porque foi a última vez que ela esteve viva, aqui com seu noivo, Moshe", que também foi morto naquele dia, disse à AFP Orit Baron, de 57 anos, mãe de Yuval Baron, uma das vítimas.

Em Tel Aviv, uma multidão se reuniu na chamada Praça dos Reféns, o epicentro da mobilização pela libertação de todos os sequestrados pelo Hamas, em uma manifestação convocada pelas famílias das vítimas.

Nesta terça, Netanyahu voltou a prometer "o retorno de todos os sequestrados [e] a eliminação do governo do Hamas".

- 'Todos mentiram para nós' -

Por sua vez, um alto integrante do Hamas, Fawzi Barhum, classificou o massacre de 7 de outubro como uma "resposta histórica às tentativas de erradicar a causa palestina".

A ofensiva de retaliação israelense em Gaza já provocou pelo menos 67.160 mortes, a maioria civis, segundo dados do Ministério da Saúde do governo liderado pelo Hamas, considerados confiáveis pela ONU.

Em Gaza, bairros inteiros foram arrasados, com casas, hospitais, escolas e redes de abastecimento de água em ruínas.

Centenas de milhares de moradores de Gaza estão abrigados em acampamentos superlotados e áreas abertas, com pouco acesso a alimentos, água ou saneamento.

"Não sei quando esta guerra vai acabar. Meu sonho é que termine agora mesmo, não amanhã", disse à AFP Abir Abu Said, um palestino de 21 anos que perdeu sete membros da sua família.

 

No mês passado, investigadores independentes da ONU acusaram Israel de cometer um "genocídio" em Gaza, onde a organização também declarou um estado de fome extrema.

D.Peng--ThChM