The China Mail - Biden e republicanos seguem sem acordo após reunião sobre dívida

USD -
AED 3.672502
AFN 65.496688
ALL 80.54488
AMD 366.069724
AOA 916.999523
ARS 1492.257097
AUD 1.41637
AWG 1.8
AZN 1.695332
BAM 1.694779
BBD 2.013492
BDT 123.412607
BHD 0.376953
BIF 2988.500767
BMD 1
BND 1.280399
BOB 11.871596
BRL 5.160802
BSD 0.99964
BTN 95.359579
BWP 13.493759
BYN 2.963804
BYR 19600
BZD 2.010589
CAD 1.393101
CDF 2270.499323
CHF 0.81096
CLF 0.023232
CLP 914.34028
CNY 6.747599
CNH 6.74648
COP 3123.69
CRC 453.296822
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.549018
CZK 21.017296
DJF 178.021949
DKK 6.47792
DOP 58.292137
DZD 132.890034
EGP 50.180237
ERN 15
ETB 161.703184
EUR 0.86651
FJD 2.209839
FKP 0.739377
GBP 0.740365
GEL 2.609955
GGP 0.739377
GHS 11.761546
GIP 0.739377
GMD 73.501015
GNF 8778.915352
GTQ 7.626417
GYD 209.364696
HKD 7.84645
HNL 26.795146
HRK 6.527973
HTG 130.708873
HUF 316.0725
IDR 17822
ILS 2.997305
IMP 0.739377
INR 95.364015
IQD 1309.601695
IRR 1374725.000361
ISK 123.039982
JEP 0.739377
JMD 158.160856
JOD 0.708994
JPY 159.235502
KES 129.319734
KGS 87.45005
KHR 4050.20732
KMF 426.00049
KRW 1412.534993
KWD 0.30889
KYD 0.833091
KZT 466.225877
LAK 22555.166094
LBP 89521.713323
LKR 334.293748
LRD 180.439596
LSL 16.222753
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.375134
MAD 9.261838
MDL 17.364592
MGA 4301.50388
MKD 53.309532
MMK 2099.437721
MNT 3594.800745
MOP 8.079358
MRU 39.95702
MUR 47.039959
MVR 15.44988
MWK 1733.426342
MXN 17.11484
MYR 4.091897
MZN 63.905048
NAD 16.222753
NGN 1362.629788
NIO 36.784617
NOK 9.503749
NPR 152.571674
NZD 1.700605
OMR 0.384502
PAB 0.99964
PEN 3.379592
PGK 4.486077
PHP 61.180995
PKR 277.487208
PLN 3.72655
PYG 5952.262319
QAR 3.644233
RON 4.538801
RSD 101.692022
RUB 82.453261
RWF 1472.511189
SAR 3.745856
SBD 8.065696
SCR 13.688733
SDG 600.526049
SEK 9.514085
SGD 1.280185
SLE 24.60093
SOS 571.309732
SRD 37.945989
STD 20697.981008
STN 21.230227
SVC 8.746853
SZL 16.213312
THB 33.119503
TJS 9.212099
TMT 3.51
TND 2.93523
TRY 47.739799
TTD 6.770423
TWD 32.23903
TZS 2654.997983
UAH 44.853663
UGX 3719.189092
UYU 40.250777
UZS 11886.327301
VES 755.762405
VND 26136.5
VUV 118.84778
WST 2.733733
XAF 568.412889
XAG 0.015406
XAU 0.000228
XCD 2.70255
XCG 1.801749
XDR 0.706586
XOF 568.412889
XPF 103.343544
YER 238.398022
ZAR 16.197205
ZMK 9001.19594
ZMW 18.744124
ZWL 321.999592
Biden e republicanos seguem sem acordo após reunião sobre dívida
Biden e republicanos seguem sem acordo após reunião sobre dívida / foto: © AFP

Biden e republicanos seguem sem acordo após reunião sobre dívida

O presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden, e os líderes republicanos do Congresso encerraram sem acordo, nesta terça-feira (16), uma nova reunião que buscava um entendimento para elevar o teto da dívida e evitar o temido 'default', que teria graves consequências para a economia nacional e global.

Tamanho do texto:

Após o encontro, Biden se disse "otimista de que existe um caminho para um acordo orçamentário bipartidário responsável se ambas as partes negociarem de boa fé", informou a Casa Branca em um comunicado. Mas para Kevin McCarthy, líder da maioria republicana na Câmara dos Representantes, ainda há "muito trabalho" a ser feito.

O encontro durou menos de uma hora. Antes disso, Biden, a vice-presidente Kamala Harris e os líderes da oposição posaram para fotos no Salão Oval da Casa Branca.

Como sinal de que as negociações são difíceis, Biden encurtará uma importante viagem à Ásia esta semana e retornará a Washington no domingo para continuar negociando com os republicanos, segundo duas fontes familiarizadas com sua agenda.

O presidente americano cancelará, assim, suas viagens para a Austrália e Papua-Nova Guiné, mas pretende participar da próxima reunião do G7 no Japão, acrescentaram as fontes, que pediram anonimato.

Democratas e republicanos não concordam a respeito do aumento da capacidade de emissão da dívida dos EUA, que é indispensável para que o país cumpra seus pagamentos a credores e fornecedores, pague os salários dos funcionários públicos e as pensões.

Elevar esse limite costuma ser um procedimento de rotina no país, que utiliza esse sistema há décadas.

Mas desta vez os congressistas não chegam a um acordo porque nenhum lado pretende ceder.

Os republicanos se negam a autorizar um aumento ou a suspensão do teto da dívida, exceto se o governo aceitar cortes draconianos dos gastos públicos.

- "Milhões de empregos" -

O presidente Biden não aceita, mas tem consciência de que o "default não é uma opção".

"Se os republicanos da Câmara de Representantes nos levarem à suspensão dos pagamentos, oito milhões de empregos podem ser perdidos, o que destruiria nosso progresso econômico", tuitou o presidente nesta terça-feira antes da reunião.

O morde e assopra ameaça provocar graves problemas para a maior economia do mundo.

O país superou em janeiro o limite máximo da dívida pública, que é de 31,4 trilhões de dólares (153,6 trilhões de reais, na cotação atual), e desde então adotou medidas extraordinárias que só permitem cumprir as obrigações por um determinado tempo.

Os Estados Unidos podem entrar em default em 1º de junho caso um acordo não seja alcançado no Congresso, advertiu na segunda-feira a secretária do Tesouro, Janet Yellen, com base em "informações adicionais agora disponíveis".

"Se o Congresso não conseguir elevar o teto da dívida antes do default, entraremos em uma recessão e será catastrófico", advertiu Wally Adeyemo, subsecretário do Tesouro.

- Investidores receosos -

A situação levou Biden a considerar a 14ª Emenda, que torna o teto da dívida inconstitucional, mas representa complicações jurídicas das quais o presidente afirma ter consciência.

Os analistas consideram outras possibilidades como cenários mais prováveis, como um aumento a curto prazo ou a suspensão do limite da dívida.

Em 2011, as divergências entre democratas e republicanos para aumentar o teto da dívida foram um dos motivos que levaram o país a perder temporariamente a maior nota de crédito, a cobiçada "AAA".

E, de acordo com Yellen, o país já está sentindo os efeitos concretos da crise política do teto da dívida e citou, em particular, o aumento do custo de endividamento para o governo americano.

Os investidores ficaram mais "relutantes a manter a dívida soberana que vence em junho", afirmou em um discurso nesta terça na 'Independent Community Bankers of America' (ICBA).

A taxa de juros dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos a um mês subiu na segunda-feira para 5,74%, a maior em pelo menos 20 anos, contra 3,29% em meados de abril.

A taxa de referência do Fed (banco central americano) está atualmente em uma faixa entre 5,00% e 5,25%.

Um default nos Estados Unidos também teria "graves consequências" para a economia global, afirmou na semana passada a diretora de comunicações do Fundo Monetário Internacional (FMI), Julie Kozack.

Kozack alertou que a situação provocaria taxas mais elevadas e maior instabilidade.

W.Cheng--ThChM