The China Mail - Novos trabalhadores no mercado dos EUA fazem taxa do desemprego subir

USD -
AED 3.672499
AFN 62.000329
ALL 81.608796
AMD 368.629749
ANG 1.79046
AOA 917.999473
ARS 1391.982169
AUD 1.379482
AWG 1.80125
AZN 1.700282
BAM 1.669747
BBD 2.014096
BDT 122.750925
BGN 1.66992
BHD 0.37725
BIF 2975.5
BMD 1
BND 1.272576
BOB 6.910389
BRL 5.0265
BSD 1.000004
BTN 95.654067
BWP 13.471587
BYN 2.786502
BYR 19600
BZD 2.011227
CAD 1.370865
CDF 2241.000239
CHF 0.781905
CLF 0.02254
CLP 887.119924
CNY 6.79095
CNH 6.786204
COP 3792.77
CRC 455.222638
CUC 1
CUP 26.5
CVE 94.450015
CZK 20.775023
DJF 177.72003
DKK 6.38156
DOP 59.250242
DZD 132.485284
EGP 52.925802
ERN 15
ETB 157.375016
EUR 0.853901
FJD 2.20515
FKP 0.739209
GBP 0.739485
GEL 2.679902
GGP 0.739209
GHS 11.300308
GIP 0.739209
GMD 73.00019
GNF 8777.503799
GTQ 7.629032
GYD 209.214666
HKD 7.83085
HNL 26.609914
HRK 6.432596
HTG 130.601268
HUF 306.060965
IDR 17500.9
ILS 2.910695
IMP 0.739209
INR 95.80165
IQD 1310
IRR 1313000.000515
ISK 122.639853
JEP 0.739209
JMD 158.150852
JOD 0.709004
JPY 157.989502
KES 129.17947
KGS 87.449796
KHR 4010.999903
KMF 420.999704
KPW 900.016801
KRW 1492.830183
KWD 0.30825
KYD 0.833362
KZT 469.348814
LAK 21949.999948
LBP 89750.815528
LKR 324.546762
LRD 183.149882
LSL 16.409704
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.325015
MAD 9.17375
MDL 17.150468
MGA 4175.000091
MKD 52.616752
MMK 2099.28391
MNT 3579.674299
MOP 8.066645
MRU 39.999772
MUR 46.809893
MVR 15.409866
MWK 1741.504229
MXN 17.17395
MYR 3.929496
MZN 63.874966
NAD 16.40948
NGN 1370.50232
NIO 36.704978
NOK 9.178796
NPR 153.052216
NZD 1.68675
OMR 0.384503
PAB 1.000021
PEN 3.428498
PGK 4.35995
PHP 61.50402
PKR 278.601861
PLN 3.62764
PYG 6115.348988
QAR 3.643502
RON 4.447598
RSD 100.275985
RUB 74.178491
RWF 1460
SAR 3.758072
SBD 8.032258
SCR 13.940746
SDG 600.499936
SEK 9.32996
SGD 1.27278
SHP 0.746601
SLE 24.59876
SLL 20969.502105
SOS 571.49797
SRD 37.19402
STD 20697.981008
STN 21.25
SVC 8.749995
SYP 110.578962
SZL 16.485027
THB 32.348015
TJS 9.365014
TMT 3.51
TND 2.880502
TOP 2.40776
TRY 45.432497
TTD 6.784798
TWD 31.521002
TZS 2597.650306
UAH 43.974218
UGX 3749.695849
UYU 39.725261
UZS 12077.999652
VES 508.06467
VND 26350.5
VUV 117.978874
WST 2.702738
XAF 560.031931
XAG 0.011523
XAU 0.000213
XCD 2.70255
XCG 1.802233
XDR 0.694969
XOF 558.464817
XPF 102.29968
YER 238.625015
ZAR 16.4296
ZMK 9001.197584
ZMW 18.875077
ZWL 321.999592
Novos trabalhadores no mercado dos EUA fazem taxa do desemprego subir
Novos trabalhadores no mercado dos EUA fazem taxa do desemprego subir / foto: © AFP/Arquivos

Novos trabalhadores no mercado dos EUA fazem taxa do desemprego subir

A chegada de novos trabalhadores ao mercado de trabalho nos Estados Unidos em agosto fez subir a taxa de desemprego a seu nível mais alto desde fevereiro de 2022, um sinal de que a situação encontra um equilíbrio depois de dois anos de escassez de mão de obra.

Tamanho do texto:

O dado é, também, uma boa notícia para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) em sua luta contra a inflação.

A taxa de desemprego se situou em 3,8% face a 3,5% em julho. Foram, no entanto, criados 187 mil empregos, acima dos 170 mil previstos pelos analistas.

"O emprego continuou sua tendência ascendente nos serviços de saúde, lazer e hotelaria, assistência social e construção. O emprego nos transportes e logística diminuiu”, detalhou o Departamento do Trabalho em seu comunicado divulgado nesta sexta-feira (1º).

O aumento da taxa de desemprego se deve, portanto, ao fato de a população economicamente ativa ter aumentado em mais de meio milhão de pessoas no mês de agosto.

O crescimento salarial se moderou, "e a taxa de desemprego atingiu seu nível mais elevado desde fevereiro de 2022, graças a um forte aumento da população economicamente ativa", explicou Rubeela Farooqi, economista-chefe da High Frequency Economics.

A escassez de mão de obra desde a pandemia da covid-19 levou os empregadores a aumentarem os salários, uma boa notícia para os trabalhadores, mas que contribuiu para disparar a inflação.

Para que a inflação volte a um nível aceitável, de forma duradoura, é necessário um "relaxamento das condições do mercado de trabalho", declarou recentemente o presidente do Fed, Jerome Powell.

"É animador", celebrou a diretora da equipe de economistas da Casa Branca, Lael Brainard, sobre os dados de emprego, em entrevista à emissora CNBC.

- Melhor equilíbrio -

Os números de agosto são um "grande passo para um mercado de trabalho normal", disse Robert Frick, economista da Navy Federal Credit Union.

"A tendência de crescimento do emprego continuou se moderando, a taxa de desemprego aumentou, a taxa de participação (da força de trabalho na economia) aumentou, e o crescimento da renda também se moderou: todos sinais de que a oferta e a demanda de trabalho se equilibram melhor", afirmou Nancy Vanden Houten, da Oxford Economics.

Há mais de dois anos, os empregadores americanos enfrentam dificuldades para contratar pessoal suficiente, devido, sobretudo, à antecipação da aposentadoria e à imigração insuficiente.

Os trabalhadores abandonaram seus empregos em massa, trocando-os por vagas com melhores salários, ou para trabalhar de casa, uma medida que ficou conhecida como "a grande renúncia".

"Continua havendo mais ofertas de trabalho do que desempregados", afirma o vice-presidente da Associação Banqueiros Hipotecários (MBA, na sigla em inglês), Mike Fratantoni.

Em pleno período de retorno às aulas, a cidade da Filadélfia não tem um número suficiente de motoristas de ônibus escolares, os famosos ônibus amarelos, e oferece US$ 300 por mês (cerca de R$ 1.479,00 na cotação atual) aos pais que levarem seus filhos para a escola.

"A queda das pressões salariais e uma alta da taxa de atividade são encorajadoras. Confirmam certa flexibilização das condições do mercado de trabalho", disse Rubeela Farooqi, economista da High Frequency Economics, que estima que estes dados favorecem a que o Fed mantenha sua taxa diretriz sem reajustes.

O Banco Central eleva suas taxas para encarecer o crédito e, com isso, desestimular o consumo e o investimento, e baixar a pressão sobre os preços.

A inflação voltou a subir em julho, impulsionada pelos preços das casas, situando-se em 3,2% ao longo de 12 meses, frente aos 3% em junho, de acordo com o índice IPC, do Departamento do Trabalho.

I.Ko--ThChM