The China Mail - Xi Jinping diz a Biden que China está pronta para trabalhar com o governo de Trump

USD -
AED 3.673042
AFN 63.503991
ALL 82.403989
AMD 368.150403
ANG 1.790403
AOA 918.000367
ARS 1465.449815
AUD 1.42747
AWG 1.8025
AZN 1.70397
BAM 1.705709
BBD 2.013483
BDT 122.708482
BGN 1.69088
BHD 0.37702
BIF 2985
BMD 1
BND 1.290663
BOB 6.90816
BRL 5.152304
BSD 0.999721
BTN 94.239742
BWP 13.585663
BYN 2.777729
BYR 19600
BZD 2.010527
CAD 1.41808
CDF 2280.000362
CHF 0.807795
CLF 0.02293
CLP 902.460396
CNY 6.769604
CNH 6.77389
COP 3452.68
CRC 453.506829
CUC 1
CUP 26.5
CVE 96.403894
CZK 21.091104
DJF 177.720393
DKK 6.516504
DOP 58.403884
DZD 133.34504
EGP 49.986489
ERN 15
ETB 158.37504
EUR 0.8723
FJD 2.235504
FKP 0.755711
GBP 0.756332
GEL 2.650391
GGP 0.755711
GHS 11.22504
GIP 0.755711
GMD 73.503851
GNF 8775.000355
GTQ 7.625892
GYD 209.119888
HKD 7.83843
HNL 26.68504
HRK 6.5697
HTG 130.583803
HUF 306.820388
IDR 17826.3
ILS 2.958195
IMP 0.755711
INR 94.330504
IQD 1310
IRR 1375000.000352
ISK 125.530386
JEP 0.755711
JMD 157.959917
JOD 0.70904
JPY 161.30504
KES 129.403801
KGS 87.450384
KHR 4010.00035
KMF 429.503794
KPW 900.00035
KRW 1527.650383
KWD 0.30793
KYD 0.833035
KZT 487.855928
LAK 22055.000349
LBP 89550.000349
LKR 333.641485
LRD 182.150382
LSL 16.405039
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.375039
MAD 9.225039
MDL 17.654036
MGA 4200.000347
MKD 53.732839
MMK 2099.479867
MNT 3580.422334
MOP 8.070939
MRU 40.060379
MUR 47.850378
MVR 15.450378
MWK 1737.000345
MXN 17.33726
MYR 4.137904
MZN 63.910377
NAD 16.403727
NGN 1360.440377
NIO 36.610377
NOK 9.69935
NPR 150.787532
NZD 1.745079
OMR 0.384983
PAB 0.999725
PEN 3.384039
PGK 4.38775
PHP 60.716504
PKR 278.325038
PLN 3.71375
PYG 6138.96617
QAR 3.640504
RON 4.568104
RSD 102.170373
RUB 73.103247
RWF 1464
SAR 3.74824
SBD 8.061424
SCR 13.683262
SDG 600.503676
SEK 9.590705
SGD 1.292404
SHP 0.746601
SLE 24.750371
SLL 20969.503664
SOS 571.503662
SRD 37.402504
STD 20697.981008
STN 21.4
SVC 8.747449
SYP 110.532098
SZL 16.403649
THB 32.890369
TJS 9.272075
TMT 3.5
TND 2.91175
TOP 2.40776
TRY 46.458745
TTD 6.779085
TWD 31.715038
TZS 2630.985038
UAH 44.909735
UGX 3638.520172
UYU 39.96965
UZS 12005.000334
VES 606.63266
VND 26310
VUV 118.132932
WST 2.751795
XAF 572.078806
XAG 0.015159
XAU 0.000239
XCD 2.70255
XCG 1.801643
XDR 0.703697
XOF 565.000332
XPF 104.250363
YER 238.603589
ZAR 16.429065
ZMK 9001.203654
ZMW 17.919703
ZWL 321.999592
Xi Jinping diz a Biden que China está pronta para trabalhar com o governo de Trump
Xi Jinping diz a Biden que China está pronta para trabalhar com o governo de Trump / foto: © AFP

Xi Jinping diz a Biden que China está pronta para trabalhar com o governo de Trump

O presidente da China, Xi Jinping, afirmou neste sábado (16) que está pronto para trabalhar com o futuro governo de Donald Trump, durante seu último encontro com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, realizado em Lima.

Tamanho do texto:

"A China está pronta para trabalhar com a nova administração americana para manter a comunicação, expandir a cooperação e gerenciar as diferenças", disse Xi segundo um intérprete.

Biden, por sua vez, defendeu que a rivalidade entre as duas potências não deve se transformar em "conflito".

Os presidentes se reuniram em um hotel na capital do Peru, ao final de uma cúpula do fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), marcada pela preocupação com os planos protecionistas de Trump.

A dois meses de o bilionário republicano assumir novamente a Casa Branca, o líder chinês garantiu a Biden que "se empenhará para assegurar uma transição tranquila".

O objetivo de manter “uma relação estável, saudável e sustentável entre China e Estados Unidos permanece o mesmo", acrescentou Xi.

Biden destacou, por sua vez, que, apesar das diferenças com Xi, os dois sempre mantiveram respeito mútuo. "Somos a relação mais importante do mundo, e a maneira como nos relacionamos pode impactar o restante do planeta", apontou.

Ambos os líderes participarão da cúpula do G20 nos dias 18 e 19 de novembro no Rio de Janeiro.

- "União e cooperação" -

Durante a cúpula da Apec em Lima, os dois presidentes anteciparam que o retorno de Trump marcaria um período de mudanças e turbulências.

O presidente eleito ameaçou aumentar as tarifas sobre todas as exportações para os Estados Unidos, as da China para até 60% e as do México - seu principal parceiro comercial - para 25%.

Durante seu primeiro mandato (2017-2021), o republicano alimentou a guerra comercial entre as duas superpotências, que, no entanto, estabeleceram uma trégua em janeiro de 2020.

Com Trump à frente da maior potência econômica e militar do mundo, a Apec, composta por 21 economias que representam 60% do PIB global, teme ser enfraquecida.

Nesse contexto, Xi Jinping exortou neste sábado seus parceiros a enfrentarem o crescente "protecionismo" com "união e cooperação". Ele enfatizou a importância de defender o multilateralismo, a abertura econômica e a busca pela integração.

Sem mencionar Trump diretamente, o presidente chileno, Gabriel Boric, também pediu neste sábado que seus aliados estejam "mais unidos do que nunca" para enfrentar a "ameaça do isolacionismo e da negação da crise climática que alguns promovem".

Resta saber “se os Estados Unidos sairão da Apec com Trump e até que ponto isso seria um golpe significativo para o livre comércio na Bacia do Pacífico", disse à AFP Jorge Heine, ex-embaixador do Chile na China.

O fórum Apec, do qual também fazem parte Chile, Japão, Coreia do Sul, Canadá, Austrália, Indonésia e México, assinou 11 declarações em áreas como energia, segurança alimentar, saúde, mineração e finanças, segundo a presidente peruana, Dina Boluarte.

- "Imprevisível" -

A cúpula em Lima foi dominada pelo nervosismo gerado pelo retorno do ex-presidente Trump, especialmente nas relações entre Estados Unidos e China.

Há apenas um ano, Washington e Pequim flexibilizaram a relação durante a reunião de cúpula da Apec em San Francisco, depois que alcançaram acordos antidrogas e para melhorar a comunicação militar.

"Se você alcança um acordo com Biden, ele provavelmente cumprirá. O problema com Trump é que, como ele mesmo se orgulha, ele é imprevisível", afirmou à AFP o analista peruano de asssuntos internacionais, Farid Kahhat.

O próximo mandato do republicano também provoca dúvidas sobre as alianças dos Estados Unidos.

"Chegamos a um momento de mudança política significativa", disse Biden na sexta-feira em seu encontro com os líderes do Japão e da Coreia do Sul em Lima.

O presidente americano aspira blindar esta coalizão para enfrentar a Coreia do Norte e sua ameaça nuclear.

Ele anunciou que dotará a aliança de uma secretaria, com o objetivo de que cumpra sua "esperança e expectativa" de que dure.

Ao mesmo tempo, ele fez um alerta sobre a "cooperação perigosa e desestabilizadora" da Coreia do Norte com a Rússia.

Pyongyang apoia o governo de Vladimir Putin - ausente da cúpula da Apec - com tropas para lutar contra a Ucrânia.

Trump afirma que deseja acabar com as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, "não porque é um pacifista ou acredita em uma solução justa dos conflitos (...) e sim porque acredita que os Estados Unidos não devem dedicar mais recursos a elas", afirma o analista peruano.

L.Johnson--ThChM