The China Mail - Opep+ aumentará levemente sua produção de petróleo a partir de novembro

USD -
AED 3.672505
AFN 65.999524
ALL 80.129174
AMD 366.064761
ANG 1.789783
AOA 917.999667
ARS 1487.874987
AUD 1.407876
AWG 1.8025
AZN 1.699729
BAM 1.688575
BBD 2.01528
BDT 122.78604
BGN 1.696366
BHD 0.377422
BIF 2987.872534
BMD 1
BND 1.277421
BOB 11.622656
BRL 5.201703
BSD 1.000561
BTN 95.610135
BWP 13.472523
BYN 3.044058
BYR 19600
BZD 2.012431
CAD 1.38658
CDF 2274.999724
CHF 0.811755
CLF 0.023246
CLP 914.90984
CNY 6.74065
CNH 6.74581
COP 3134.83
CRC 449.521639
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.649929
CZK 20.89705
DJF 178.184487
DKK 6.45877
DOP 58.749749
DZD 132.997971
EGP 50.465095
ERN 15
ETB 161.895823
EUR 0.86397
FJD 2.206603
FKP 0.73738
GBP 0.739117
GEL 2.596877
GGP 0.73738
GHS 11.000405
GIP 0.73738
GMD 73.503744
GNF 8791.64526
GTQ 7.635558
GYD 209.356235
HKD 7.843465
HNL 26.825012
HRK 6.508599
HTG 130.953049
HUF 314.805986
IDR 17873.6
ILS 2.99065
IMP 0.73738
INR 95.658394
IQD 1309.5
IRR 1374550.000164
ISK 122.850464
JEP 0.73738
JMD 158.54006
JOD 0.708971
JPY 159.675503
KES 129.550255
KGS 87.449823
KHR 4043.604965
KMF 425.000227
KPW 900.000294
KRW 1412.34504
KWD 0.30877
KYD 0.833912
KZT 461.254883
LAK 22576.146789
LBP 89621.50027
LKR 332.062601
LRD 181.611775
LSL 16.177528
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.357319
MAD 9.294996
MDL 17.22871
MGA 4310.378324
MKD 53.1187
MMK 2099.801401
MNT 3596.870401
MOP 8.08599
MRU 40.121922
MUR 46.999732
MVR 15.450159
MWK 1735.99984
MXN 17.063994
MYR 4.058013
MZN 63.905005
NAD 16.175433
NGN 1351.229696
NIO 36.826767
NOK 9.429702
NPR 153.006597
NZD 1.701534
OMR 0.384497
PAB 1.000643
PEN 3.368112
PGK 4.42325
PHP 61.789855
PKR 277.744304
PLN 3.731604
PYG 6026.675875
QAR 3.657885
RON 4.529098
RSD 101.419037
RUB 84.902607
RWF 1468.660686
SAR 3.746587
SBD 8.032258
SCR 13.745675
SDG 601.5106
SEK 9.52981
SGD 1.277935
SHP 0.740866
SLE 24.574993
SLL 20969.499227
SOS 571.956516
SRD 37.784499
STD 20697.981008
STN 21.154519
SVC 8.756351
SYP 13001.999906
SZL 16.181188
THB 33.086502
TJS 9.231221
TMT 3.51
TND 2.916497
TOP 2.40776
TRY 47.920696
TTD 6.780773
TWD 31.9055
TZS 2649.997991
UAH 44.767838
UGX 3722.809547
UYU 40.094798
UZS 11865.057953
VES 771.57685
VND 26177
VUV 118.338592
WST 2.726312
XAF 566.393237
XAG 0.015384
XAU 0.000228
XCD 2.70255
XCG 1.803458
XDR 0.707052
XOF 566.285665
XPF 103.474999
YER 237.125021
ZAR 16.254295
ZMK 9001.191881
ZMW 18.850088
ZWL 321.999592
Opep+ aumentará levemente sua produção de petróleo a partir de novembro
Opep+ aumentará levemente sua produção de petróleo a partir de novembro / foto: © AFP/Arquivos

Opep+ aumentará levemente sua produção de petróleo a partir de novembro

Arábia Saudita, Rússia e outros seis membros-chave da aliança Opep+ decidiram, neste domingo (5), aumentar a produção de petróleo em 137.000 barris diários a partir de novembro, confirmando uma política sustentada desde abril para recuperar cotas do mercado.

Tamanho do texto:

Em uma reunião virtual, Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã "decidiram adotar um ajuste da produção de 137.000 barris diários", informou, em um comunicado, a Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep).

A reunião deste domingo confirmou a trajetória iniciada em abril por este cartel de 12 membros, que inclui a Venezuela, e se coordena com outros países petroleiros liderados pela Rússia para formar a aliança Opep+.

Este aumento foi menor do que algumas projeções publicadas por analistas esta semana e é orientado a sustentar os preços e recuperar cotas de mercado perdidas quando alguns membros desta aliança de produtores iniciaram cortes voluntários para sustentar os preços.

"Os países seguirão vigiando e avaliando de perto as condições do mercado", assinalou o grupo no comunicado.

Os países produtores "reafirmaram a importância de adotar uma abordagem cautelosa e manter plena a flexibilidade para pausar ou reverter os ajustes voluntários adicionais de produção".

A reunião virtual foi marcada por especulações durante a semana de analistas do setor, que projetaram que estes oito países que têm a batuta do cartel decidiriam um aumento mais agressivo, de até 500.000 barris por dia.

A secretaria da Opep inclusive emitiu um comunicado na terça-feira, expressando seu "enérgico repúdio" a estes informes da imprensa, que qualificou de "imprecisos e enganosos".

Jorge León, analista da Rystad Energy, explicou à AFP que estes países produtores decidiram "agir com cautela após constatarem o nervosismo do mercado" pelas especulações da imprensa de uma alta maior da produção.

A Opep+ "acalma os ânimos, por enquanto", assinalou León, destacando que o "grupo caminha sobre a corda bamba entre manter a estabilidade dos preços e recuperar cota de mercado" em um contexto de excesso de oferta.

Desde abril, este grupo de países petroleiros aumentaram a produção em 2,5 milhões de barris diários (mbd) no total.

Esta política surpreendeu os mercados, depois que o grupo empreendeu, durante um longo período, cortes voluntários da produção para sustentar os preços.

Nos últimos meses, a Opep+ mudou de estratégia frene à concorrência de outros países produtores, como Estados Unidos, Brasil, Canadá, Guiana e Argentina, cuja produção está perto de "máximos históricos", segundo o último informe mensal da Agência Internacional da Energia (AIE).

No entanto, a AIEA, com sede em Paris, destacou que as perspectivas da demanda global de petróleo "se mantêm praticamente inalteradas", com um crescimento previsto de cerca de 700.000 barris diários tanto para 2025 quanto para 2026.

A Opep é mais otimista e em seus últimos prognósticos, prevê um aumento de 1,3 milhão de barris diários em 2025 e de 1,4 milhão de barris diários em 2026.

Neste contexto, as expectativas de um aumento maior das cotas de produção do grupo derrubou o preço do barril de Brent, uma referência mundial, que caiu abaixo dos 65 dólares na sexta-feira, acumulando perdas de 8% em uma semana.

- Um mal menor para a Rússia -

Para a Rússia, o segundo maior produtor da Opep+ depois da Arábia Saudita, um aumento de mais de 137.000 barris por dia seria difícil de gerenciar, pois o país enfrenta por um lado os custos da guerra na Ucrânia e por outro as sanções ocidentais que impactam seu setor energético.

Este aumento é "administrável" para a Rússia, avaliou León, detalhando que uma alta três ou quatro vezes maior teria sido difícil e poderia abrir um racha na coesão da Opep+.

Homayoun Falakshahi, especialista da Kpler, disse à AFP que atualmente a Rússia produz cerca de 9,25 milhões de barris diários (mbd) e tem uma "capacidade máxima de produção de 9,45 milhões de barris diários", em comparação com os aproximadamente 10 mbd que produzia antes da guerra.

T.Wu--ThChM