The China Mail - Tensão com a China derruba a Bolsa de Tóquio

USD -
AED 3.672503
AFN 65.999961
ALL 80.066009
AMD 365.250121
ANG 1.789783
AOA 918.000281
ARS 1491.994604
AUD 1.408857
AWG 1.8025
AZN 1.698403
BAM 1.689844
BBD 2.014455
BDT 122.025082
BGN 1.696366
BHD 0.377132
BIF 2989.065868
BMD 1
BND 1.278101
BOB 11.57661
BRL 5.2112
BSD 1.000186
BTN 95.649807
BWP 13.500717
BYN 3.042111
BYR 19600
BZD 2.011569
CAD 1.388715
CDF 2274.999848
CHF 0.81205
CLF 0.023381
CLP 920.190103
CNY 6.74065
CNH 6.747055
COP 3115.81
CRC 449.280935
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.270804
CZK 20.886201
DJF 178.103022
DKK 6.456335
DOP 58.753137
DZD 133.000911
EGP 50.528079
ERN 15
ETB 161.79626
EUR 0.86359
FJD 2.206602
FKP 0.73738
GBP 0.738565
GEL 2.600254
GGP 0.73738
GHS 11.052168
GIP 0.73738
GMD 73.499145
GNF 8786.186101
GTQ 7.629268
GYD 209.249883
HKD 7.84402
HNL 26.817351
HRK 6.501401
HTG 130.825457
HUF 315.445969
IDR 17872.55
ILS 2.994504
IMP 0.73738
INR 95.796903
IQD 1310.281367
IRR 1374550.00011
ISK 122.810081
JEP 0.73738
JMD 158.0373
JOD 0.708992
JPY 159.562497
KES 129.453992
KGS 87.450123
KHR 4046.067979
KMF 425.000146
KPW 900.000294
KRW 1412.185018
KWD 0.308739
KYD 0.833492
KZT 461.941214
LAK 22540.942885
LBP 89566.055097
LKR 331.989787
LRD 181.533065
LSL 16.225889
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.372987
MAD 9.293278
MDL 17.253028
MGA 4307.91296
MKD 53.154037
MMK 2099.801401
MNT 3596.870401
MOP 8.080213
MRU 40.113705
MUR 46.999691
MVR 15.450085
MWK 1734.288331
MXN 17.05717
MYR 4.059804
MZN 63.904987
NAD 16.225889
NGN 1350.580003
NIO 36.807113
NOK 9.414099
NPR 153.044147
NZD 1.700235
OMR 0.3845
PAB 1.000168
PEN 3.368628
PGK 4.494615
PHP 61.836044
PKR 277.579544
PLN 3.73531
PYG 6034.292824
QAR 3.656087
RON 4.528501
RSD 101.354006
RUB 85.09631
RWF 1473.708766
SAR 3.746587
SBD 8.032258
SCR 13.724872
SDG 601.505413
SEK 9.53145
SGD 1.278195
SHP 0.740866
SLE 24.575039
SLL 20969.499227
SOS 571.633467
SRD 37.967014
STD 20697.981008
STN 21.16841
SVC 8.751625
SYP 13001.999906
SZL 16.214138
THB 33.091503
TJS 9.241503
TMT 3.51
TND 2.92919
TOP 2.40776
TRY 47.920898
TTD 6.782414
TWD 31.929501
TZS 2649.998021
UAH 44.804538
UGX 3730.824229
UYU 40.349581
UZS 11822.340881
VES 771.57685
VND 26177
VUV 118.338592
WST 2.726312
XAF 566.740682
XAG 0.01564
XAU 0.000229
XCD 2.70255
XCG 1.802598
XDR 0.707052
XOF 566.75782
XPF 103.042635
YER 237.125012
ZAR 16.255305
ZMK 9001.198478
ZMW 18.677991
ZWL 321.999592
Tensão com a China derruba a Bolsa de Tóquio
Tensão com a China derruba a Bolsa de Tóquio / foto: © AFP/Arquivos

Tensão com a China derruba a Bolsa de Tóquio

As ações das empresas japonesas de turismo e comércio registraram queda expressiva nesta segunda-feira (17) na Bolsa de Tóquio, depois que a China recomendou que seus cidadãos não visitem o Japão, em um momento de tensão motivado pela questão de Taiwan.

Tamanho do texto:

A crise começou em 7 de novembro, quando a nova primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, declarou que, se uma hipotética "situação de emergência" em Taiwan implicasse o uso da força por parte da China e a mobilização de navios de guerra, o cenário "poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão".

China e Japão convocaram na semana passada seus embaixadores para consultas. Pequim posteriormente aconselhou seus cidadãos a não viajar para o Japão.

Um funcionário de alto escalão da diplomacia japonesa desembarcou nesta segunda-feira na China para tentar conter as tensões, informou a imprensa.

As ações da empresa de cosméticos Shiseido caíram 11,4%, enquanto os títulos do grupo varejista Takashimaya recuaram 6% e a Fast Retailing, proprietária da Uniqlo, perdeu quase 6%.

Por sua vez, as ações da Japan Airlines recuaram 3,4%, apesar de não terem sido registrados cancelamentos significativos de voos entre os países.

As duas principais economias da Ásia estão muito interconectadas. A China é a principal fonte de turistas no Japão, com quase 7,5 milhões de visitantes nos primeiros nove meses do ano.

Com um iene desvalorizado que deixa as compras mais baratas, os turistas chineses gastaram mais de um bilhão de dólares por mês no terceiro trimestre, o que equivale a quase 30% de todos os gastos dos turistas.

Antes de assumir o poder em outubro, a primeira-ministra Takaichi já havia sido muito crítica em relação à China e ao seu fortalecimento militar na região da Ásia-Pacífico.

- Mobilização da aviação japonesa -

As declarações de 7 de novembro foram interpretadas como uma sugestão de que um ataque contra Taiwan — uma ilha cuja soberania é reivindicada por Pequim — poderia justificar uma intervenção militar de Tóquio em defesa de Taipé.

Taiwan fica a apenas 100 km da ilha japonesa mais próxima. As leis japonesas indicam que suas Forças Armadas só podem atuar sob certas condições, incluindo uma ameaça existencial.

As afirmações de Takaichi aconteceram poucos dias após ela se reunir com o presidente chinês Xi Jinping, em um encontro aparentemente cordial à margem de uma cúpula na Coreia do Sul.

Paralelamente, o Japão anunciou nesta segunda-feira que mobilizou sua aviação após detectar um suposto drone chinês próximo de sua ilha mais próxima de Taiwan.

"No sábado 15 de novembro foi confirmado que uma aeronave não tripulada, supostamente de origem chinesa, sobrevoou a área entre a ilha de Yonaguni e Taiwan. Em resposta, foi mobilizada a aviação de combate (...) da Força Aérea de Autodefesa do Japão", escreveu o Ministério da Defesa na rede social X.

O ministro-chefe do gabinete japonês, Minoru Kihara, indicou que no domingo navios da Guarda Costeira chinesa passaram várias horas em águas territoriais japonesas ao redor das disputadas ilhas Senkaku, conhecidas na China como Diaoyu.

Para tentar reduzir as tensões, o secretário para assuntos da região Ásia-Pacífico do Ministério das Relações Exteriores do Japão, Masaaki Kanai, chegou nesta segunda-feira à China para conversar com seu homólogo no governo de Pequim, Liu Jinsong, informou a imprensa japonesa.

Kanai tem a missão de tentar reduzir as tensões e evitar mais impactos negativos na economia japonesa, que registrou uma contração de 0,4% no terceiro trimestre, segundo dados oficiais publicados nesta segunda-feira.

A China insiste que Taiwan faz parte de seu território e não descarta o uso da força para recuperar seu controle.

F.Jackson--ThChM