The China Mail - Netanyahu acusa aliados do Irã de tentarem assassiná-lo

USD -
AED 3.672503
AFN 64.999805
ALL 81.845006
AMD 366.463719
ANG 1.790365
AOA 918.000337
ARS 1524.85019
AUD 1.44058
AWG 1.8
AZN 1.698524
BAM 1.740887
BBD 2.024718
BDT 123.601406
BGN 1.683441
BHD 0.379014
BIF 3017.846811
BMD 1
BND 1.287196
BOB 12.108238
BRL 5.226298
BSD 1.005283
BTN 96.885459
BWP 14.221182
BYN 3.028221
BYR 19600
BZD 2.021781
CAD 1.42345
CDF 2310.000255
CHF 0.828755
CLF 0.024861
CLP 981.640261
CNY 6.704603
CNH 6.705098
COP 3319.26
CRC 459.303568
CUC 1
CUP 24.126252
CVE 98.37495
CZK 21.745899
DJF 179.008692
DKK 6.64527
DOP 60.065513
DZD 133.837031
EGP 52.314202
ERN 15
ETB 160.999467
EUR 0.88896
FJD 2.250797
FKP 0.757935
GBP 0.757065
GEL 2.594988
GGP 0.757935
GHS 11.777115
GIP 0.757935
GMD 73.50115
GNF 8843.452641
GTQ 7.679983
GYD 210.280831
HKD 7.84684
HNL 26.830228
HRK 6.699797
HTG 131.567938
HUF 326.942011
IDR 17898
ILS 3.05975
IMP 0.757935
INR 96.067903
IQD 1316.907959
IRR 1746538.99961
ISK 121.790065
JEP 0.757935
JMD 158.335114
JOD 0.708987
JPY 157.592497
KES 129.750139
KGS 87.447012
KHR 4054.999826
KMF 438.00029
KPW 900.000318
KRW 1348.450297
KWD 0.30893
KYD 0.837765
KZT 445.443338
LAK 22454.999584
LBP 89549.999967
LKR 332.213287
LRD 171.350564
LSL 16.69498
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.414947
MAD 9.803908
MDL 17.899089
MGA 4428.999771
MKD 54.808848
MMK 2099.878546
MNT 3598.367683
MOP 8.125398
MRU 40.075015
MUR 48.150271
MVR 15.449751
MWK 1737.000338
MXN 18.240803
MYR 4.082982
MZN 63.909863
NAD 16.650007
NGN 1328.790161
NIO 36.665019
NOK 9.636395
NPR 155.016734
NZD 1.78096
OMR 0.384498
PAB 1.005296
PEN 3.4655
PGK 4.449502
PHP 62.546502
PKR 277.049596
PLN 3.888545
PYG 5857.77038
QAR 3.644964
RON 4.741802
RSD 104.436986
RUB 83.199289
RWF 1483.390301
SAR 3.764198
SBD 8.064852
SCR 13.785991
SDG 601.493403
SEK 10.034585
SGD 1.27913
SHP 0.757461
SLE 24.599077
SLL 20969.491881
SOS 574.485509
SRD 37.672498
STD 20697.981008
STN 22.15
SVC 8.796002
SYP 13002.000254
SZL 16.643153
THB 33.556047
TJS 9.258616
TMT 3.51
TND 2.988767
TOP 2.40776
TRY 49.144101
TTD 6.819972
TWD 31.872005
TZS 2635.002977
UAH 45.139279
UGX 3991.27687
UYU 40.465
UZS 11819.99975
VES 865.478012
VND 25985.5
VUV 120.084308
WST 2.780871
XAF 583.119398
XAG 0.016388
XAU 0.000239079734
XCD 2.70255
XCG 1.811716
XDR 0.707052
XOF 583.119398
XPF 106.505328
YER 236.374994
ZAR 16.67612
ZMK 9001.209608
ZMW 19.768306
ZWL 321.999592
SSP 5712.591899
MXV 2.063914
Netanyahu acusa aliados do Irã de tentarem assassiná-lo
Netanyahu acusa aliados do Irã de tentarem assassiná-lo / foto: © AFP/Arquivos

Netanyahu acusa aliados do Irã de tentarem assassiná-lo

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou, neste sábado (19), os "aliados do Irã" de terem tentado assassiná-lo em um ataque com drone contra sua residência, e ameaçou os envolvidos, em plena guerra contra o Hezbollah libanês.

Tamanho do texto:

Segundo seu gabinete, Netanyahu e sua esposa não estavam na casa em Cesareia, uma cidade no litoral de Israel, no momento do ataque, que não causou vítimas.

O exército indicou que o drone, vindo do Líbano, atingiu uma "estrutura" em Cesareia, sem esclarecer se estava localizada no terreno da residência.

"Os aliados do Irã que hoje tentaram nos assassinar, a mim e a minha esposa, cometeram um grave erro", afirmou Netanyahu em um comunicado.

"Eu digo aos iranianos e aos seus aliados no Eixo do Mal: qualquer um que prejudique os cidadãos do Estado de Israel pagará caro por isso", acrescentou.

O ataque "mostra o verdadeiro rosto" do Irã, disse o chanceler israelense, Israel Katz.

O incidente ocorre em meio à guerra de Israel contra o grupo libanês pró-iraniano Hezbollah, que reivindicou neste sábado vários disparos de foguetes contra Israel.

O Irã afirmou que o ataque à residência de Netanyahu foi obra do Hezbollah, que recebe apoio militar e financeiro da República Islâmica.

"Essa ação foi realizada pelo Hezbollah libanês", declarou a missão iraniana na ONU em um breve comunicado citado pela agência oficial Irna.

- Tensão com o Irã -

O incidente também ocorre em um contexto de crescente tensão entre Israel e o Irã.

O Irã lançou, em 1º de outubro, 200 mísseis contra o território israelense, em resposta aos assassinatos do general iraniano Abbas Nilforushan e do chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, em setembro, em Beirute.

O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, prometeu dar uma resposta "letal, precisa e surpreendente" ao ataque de mísseis.

Israel indicou que o Hezbollah disparou neste sábado "cerca de 200 mísseis" a partir do Líbano.

Por sua vez, o Hezbollah afirmou ter disparado foguetes contra a região de Haifa, o grande porto do norte de Israel, bem como contra Safed e uma base militar.

- "Horrores indescritíveis" -

Na Faixa de Gaza, mais de 400 pessoas morreram no norte do território desde 6 de outubro, segundo fontes médicas locais, quando o exército israelense iniciou uma ofensiva aérea e terrestre contra o Hamas, alegando que os militantes estavam se reagrupando na área.

Os palestinos dessa região estão vivendo “horrores indescritíveis”, afirmou a chefe interina do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha), Joyce Msuya.

"Notícias assustadoras do norte de Gaza, onde os palestinos continuam suportando horrores indescritíveis sob o cerco das forças israelenses. Essas atrocidades devem cessar", escreveu Msuya na rede social X.

O Hamas, que governa Gaza desde 2007, foi enfraquecido por um ano de guerra e pelo assassinato, na quarta-feira, de seu líder, Yahya Sinwar.

Em Nápoles, es ministros da Defesa do G7 das maiores potências ocidentais pediram "um aumento significativo e duradouro" da ajuda humanitária para Gaza.

Também instaram o Irã "a abster-se de fornecer apoio ao Hamas, ao Hezbollah, aos [rebeldes iemenitas] houthi e a outros atores não estatais, bem como de tomar quaisquer medidas adicionais que possam desestabilizar a região e desencadear uma escalada descontrolada".

A guerra em Gaza começou após a incursão, em 7 de outubro de 2023, de combatentes que mataram 1.206 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, e capturaram 251 reféns, dos quais 97 ainda estão em cativeiro, segundo contagens da AFP com base em dados oficiais israelenses.

Na ofensiva de represália de Israel contra Gaza, 42.519 palestinos morreram, segundo dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.

"Todo dia, toda hora, há um massacre. [...] Nos tornamos mortos-vivos", declarou Nasser, um palestino, em frente ao hospital Al Aqsa, em Deir el-Balah, no centro da Faixa.

O diretor do hospital indonésio em Beit Lahia, no norte, Maruan Sultan, acusou o exército israelense de ter bombardeado seu estabelecimento. "Os tanques israelenses cercaram o hospital, cortaram a eletricidade e dispararam projéteis", afirmou.

- Bombardeios no Líbano -

Um bombardeio israelense atingiu neste sábado, pela primeira vez, a estrada que liga Beirute ao norte do Líbano, matando duas pessoas, anunciaram as autoridades libanesas.

Israel também bombardeou o subúrbio sul da capital, reduto do Hezbollah, após pedir que os moradores abandonassem a área.

No leste do país, quatro pessoas morreram em outro ataque israelense, incluindo um prefeito, informou a agência oficial de notícias libanesa ANI.

Israel afirma que busca neutralizar o Hezbollah nas regiões próximas à sua fronteira e permitir o retorno ao norte do país de cerca de 60.000 deslocados, que fugiram devido aos lançamentos de foguetes do movimento islamista.

Pelo menos 1.418 pessoas morreram no Líbano desde o início dos bombardeios israelenses contra o Hezbollah em 23 de setembro, segundo um levantamento da AFP a partir de dados oficiais. A ONU estima cerca de 700.000 deslocados no país.

- Preocupação com a Unifil -

Os ministros da Defesa do G7 expressaram "preocupação" com as ameaças contra a força de paz da ONU no Líbano (Unifil), que acusa Israel de ter disparado contra suas posições após o início da ofensiva contra o Hezbollah no mês passado.

"A proteção dos capacetes azuis é responsabilidade de todas as partes", acrescentaram na declaração final de sua reunião em Nápoles.

O chefe da diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, sugeriu reforçar a missão da ONU, mas destacou que isso "exigiria uma decisão do Conselho de Segurança" das Nações Unidas.

I.Taylor--ThChM--ThChM