The China Mail - Estado da Palestina seria 'suicídio nacional' para Israel, diz Netanyahu

USD -
AED 3.673021
AFN 64.500085
ALL 81.04013
AMD 377.570287
ANG 1.79008
AOA 916.999994
ARS 1397.0363
AUD 1.411761
AWG 1.8025
AZN 1.703608
BAM 1.646095
BBD 2.014569
BDT 122.333554
BGN 1.67937
BHD 0.37706
BIF 2955
BMD 1
BND 1.261126
BOB 6.911847
BRL 5.198602
BSD 1.000215
BTN 90.656892
BWP 13.115002
BYN 2.867495
BYR 19600
BZD 2.011792
CAD 1.36276
CDF 2239.999889
CHF 0.769655
CLF 0.021703
CLP 856.959793
CNY 6.90065
CNH 6.899875
COP 3671.49
CRC 487.566753
CUC 1
CUP 26.5
CVE 94.875032
CZK 20.441008
DJF 177.720273
DKK 6.297485
DOP 62.625011
DZD 129.608487
EGP 46.847504
ERN 15
ETB 155.049838
EUR 0.84285
FJD 2.190198
FKP 0.732521
GBP 0.734545
GEL 2.689918
GGP 0.732521
GHS 11.005031
GIP 0.732521
GMD 73.505048
GNF 8779.999507
GTQ 7.671623
GYD 209.274433
HKD 7.816415
HNL 26.505018
HRK 6.350102
HTG 130.97728
HUF 319.496499
IDR 16823
ILS 3.063925
IMP 0.732521
INR 90.598499
IQD 1310.5
IRR 42125.000158
ISK 122.380273
JEP 0.732521
JMD 156.251973
JOD 0.709007
JPY 152.839791
KES 129.000569
KGS 87.450047
KHR 4030.0002
KMF 414.99991
KPW 899.988812
KRW 1440.150231
KWD 0.30671
KYD 0.833596
KZT 494.926752
LAK 21445.000487
LBP 85549.999541
LKR 309.456576
LRD 186.550345
LSL 15.859536
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.302627
MAD 9.138749
MDL 16.94968
MGA 4429.99998
MKD 51.932021
MMK 2100.304757
MNT 3579.516219
MOP 8.054945
MRU 39.900536
MUR 45.90247
MVR 15.460255
MWK 1736.501794
MXN 17.240225
MYR 3.902498
MZN 63.910195
NAD 15.960282
NGN 1352.320109
NIO 36.715003
NOK 9.53845
NPR 145.04947
NZD 1.658005
OMR 0.384491
PAB 1.000332
PEN 3.35497
PGK 4.298499
PHP 58.090162
PKR 279.600947
PLN 3.553435
PYG 6585.896503
QAR 3.64125
RON 4.291018
RSD 98.911047
RUB 77.223079
RWF 1452.5
SAR 3.750374
SBD 8.048395
SCR 13.452269
SDG 601.510014
SEK 8.92871
SGD 1.26305
SHP 0.750259
SLE 24.250324
SLL 20969.499267
SOS 571.501199
SRD 37.77903
STD 20697.981008
STN 20.95
SVC 8.752299
SYP 11059.574895
SZL 15.859726
THB 31.093501
TJS 9.417602
TMT 3.5
TND 2.83525
TOP 2.40776
TRY 43.647699
TTD 6.776109
TWD 31.448974
TZS 2599.999875
UAH 43.023284
UGX 3540.813621
UYU 38.353905
UZS 12299.999861
VES 388.253525
VND 25960
VUV 119.359605
WST 2.711523
XAF 552.10356
XAG 0.013313
XAU 0.000203
XCD 2.70255
XCG 1.802726
XDR 0.686599
XOF 549.501968
XPF 100.750245
YER 238.403969
ZAR 15.973595
ZMK 9001.200595
ZMW 18.555599
ZWL 321.999592
Estado da Palestina seria 'suicídio nacional' para Israel, diz Netanyahu
Estado da Palestina seria 'suicídio nacional' para Israel, diz Netanyahu / foto: © AFP

Estado da Palestina seria 'suicídio nacional' para Israel, diz Netanyahu

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta sexta-feira (26) que aceitar a criação de um Estado da Palestina seria um "suicídio nacional" para seu país, e garantiu que quer "terminar o trabalho" em Gaza "o mais rápido possível".

Tamanho do texto:

"Creio que temos um acordo" para pôr fim à guerra em Gaza, declarou por sua vez, em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Aceitar um Estado palestino seria um "suicídio nacional", entre outras razões, pois a Autoridade Palestina é "corrupta até a medula", assegurou Netanyahu.

Em um discurso proferido em hebraico e inglês, Netanyahu se dirigiu aos reféns mantidos pelo grupo armado islamista Hamas, após anunciar que as forças israelenses tinham instalado alto-falantes em Gaza para transmitir suas palavras.

"Não descansaremos até trazê-los de volta para casa", disse Netanyahu, que acusou a comunidade internacional de permitir a propagação de "mentiras antissemitas".

Israel ficou um pouco mais isolado esta semana com o reconhecimento de um Estado palestino por países como França, Canadá, Reino Unido, Austrália e Portugal. Pelo menos 151 dos 193 membros da ONU já deram esse passo, que é mais simbólico que efetivo.

O grande auditório da ONU estava praticamente vazio quando Netanyahu subiu ao púlpito. Outros delegados e o público presente aplaudiram o premiê.

"O boicote ao discurso de Netanyahu é uma manifestação do isolamento de Israel e das consequências da guerra de extermínio", afirmou em um comunicado Taher al Nunu, alto dirigente do comitê político do Hamas.

Com o rosto tenso, Netanyahu exibiu cartazes demonstrando como Israel desmantelou o que chamou de "eixo do mal" liderado pelo Irã no último ano, com ataques às instalações nucleares do regime de Teerã, assassinatos de líderes do Hezbollah e do Hamas e ataques aéreos no Iêmen.

Ele afirmou que seu país "destruiu a maior parte da máquina terrorista" do Hamas e busca "terminar o trabalho" em Gaza "o mais rápido possível".

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, cujo governo tem patrocinado o movimento islamista Hamas, disse nesta sexta que apoiará "qualquer acordo que possa deter esta tragédia".

No dia anterior, o veterano líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, assinalou em uma mensagem de vídeo à Assembleia que "o Hamas não terá nenhum papel a desempenhar na governança" de um futuro Estado.

- 'Não permitirei' -

Netanyahu acusou especificamente os países europeus de aceitarem a "propaganda do Hamas" ao pressionarem Israel para que estabeleça um cessar-fogo e negocie o resgate dos reféns, vivos ou mortos, em Gaza.

"Vejam, por exemplo, as falsas acusações de genocídio: Israel é acusado de atacar civis, mas nada é menos verdadeiro", afirmou.

A Defesa Civil de Gaza reportou 50 mortos em novos ataques israelenses.

A ONG Médicos Sem Fronteiras anunciou que estava suspendendo suas atividades na Cidade de Gaza.

O primeiro-ministro israelense não mencionou, no entanto, a outra frente diplomática e militar de seu país: a Cisjordânia.

Netanyahu afirmou repetidamente, em outras ocasiões, que seu governo planeja expandir os assentamentos judaicos nesse território.

"Não permitirei", declarou Trump na quinta-feira, quando questionado sobre a possibilidade de Israel anexar a Cisjordânia, conforme exigido por ministros israelenses de extrema direita.

"Cada dia que a guerra se prolonga coloca os reféns vivos em maior perigo e ameaça a recuperação dos que foram assassinados", reagiu o Fórum das famílias dos reféns em Gaza, a principal organização israelense que reúne os entes queridos dos cativos.

Ao todo, há 48 reféns em Gaza, dos quais 25 são declarados como mortos pelo Exército israelense.

- 'Acho que temos um acordo' -

"Acho que temos um acordo", disse Trump aos jornalistas na Casa Branca nesta sexta-feira. "Acho que é um acordo que nos permitirá recuperar os reféns, será um acordo que encerrará a guerra", afirmou.

 

De acordo com uma fonte diplomática familiarizada com a reunião, realizada às margens da Assembleia Geral da ONU, Trump apresentou um plano de 21 pontos aos países árabes.

Entre eles, estão um cessar-fogo permanente em Gaza, a libertação dos reféns israelenses, a retirada israelense da Faixa de Gaza e um futuro governo nesse território sem o Hamas.

O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair poderia desempenhar um papel de destaque em uma futura autoridade de transição, estabelecida no âmbito do plano de paz dos Estados Unidos, informaram nesta sexta-feira vários meios de comunicação britânicos.

Por sua vez, o presidente colombiano, Gustavo Petro, participou de uma marcha em Nova York contra Netanyahu e garantiu que estava disposto a organizar um corpo de voluntários em seu país "que queiram ir lutar pela libertação da Palestina".

K.Lam--ThChM