The China Mail - Perspectivas de trégua entre Hamas e Israel em Gaza perdem força

USD -
AED 3.672503
AFN 63.000163
ALL 81.2693
AMD 368.114362
ANG 1.789819
AOA 918.000101
ARS 1385.017775
AUD 1.381339
AWG 1.8025
AZN 1.698647
BAM 1.666077
BBD 2.014457
BDT 122.941149
BGN 1.666819
BHD 0.377471
BIF 2977.296929
BMD 1
BND 1.273246
BOB 6.911416
BRL 4.894398
BSD 1.000217
BTN 95.599836
BWP 13.500701
BYN 2.796427
BYR 19600
BZD 2.01156
CAD 1.36976
CDF 2225.000249
CHF 0.780699
CLF 0.023209
CLP 913.460237
CNY 6.792102
CNH 6.790655
COP 3788.36
CRC 456.440902
CUC 1
CUP 26.5
CVE 93.93689
CZK 20.749095
DJF 178.103956
DKK 6.369245
DOP 59.027231
DZD 132.402033
EGP 52.9237
ERN 15
ETB 156.17715
EUR 0.852498
FJD 2.18635
FKP 0.732576
GBP 0.738395
GEL 2.669749
GGP 0.732576
GHS 11.291855
GIP 0.732576
GMD 73.499823
GNF 8776.211713
GTQ 7.631494
GYD 209.250717
HKD 7.828365
HNL 26.597149
HRK 6.420198
HTG 130.672573
HUF 304.825497
IDR 17486.1
ILS 2.906503
IMP 0.732576
INR 95.64365
IQD 1310.162706
IRR 1312000.000604
ISK 122.420187
JEP 0.732576
JMD 158.040677
JOD 0.709017
JPY 157.724992
KES 129.102457
KGS 87.449689
KHR 4012.437705
KMF 419.999888
KPW 900.018246
KRW 1491.060229
KWD 0.30817
KYD 0.833461
KZT 463.898117
LAK 21925.486738
LBP 89566.76932
LKR 323.055495
LRD 183.03638
LSL 16.532284
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.327815
MAD 9.128129
MDL 17.117957
MGA 4179.356229
MKD 52.522369
MMK 2098.953745
MNT 3580.85029
MOP 8.064861
MRU 39.897262
MUR 46.810348
MVR 15.398484
MWK 1734.441354
MXN 17.208099
MYR 3.925499
MZN 63.91035
NAD 16.532073
NGN 1370.097429
NIO 36.810495
NOK 9.181565
NPR 152.953704
NZD 1.68306
OMR 0.384494
PAB 1.000175
PEN 3.427819
PGK 4.355862
PHP 61.430996
PKR 278.627173
PLN 3.624798
PYG 6105.472094
QAR 3.645959
RON 4.4348
RSD 100.072026
RUB 73.82814
RWF 1462.859869
SAR 3.754672
SBD 8.029009
SCR 14.151683
SDG 600.497242
SEK 9.290104
SGD 1.27201
SHP 0.746601
SLE 24.62501
SLL 20969.511502
SOS 571.611117
SRD 37.254503
STD 20697.981008
STN 20.871402
SVC 8.751171
SYP 110.529423
SZL 16.526884
THB 32.328504
TJS 9.351751
TMT 3.5
TND 2.908879
TOP 2.40776
TRY 45.416497
TTD 6.787631
TWD 31.515497
TZS 2608.900639
UAH 43.959484
UGX 3759.408104
UYU 39.772219
UZS 12133.112416
VES 504.28356
VND 26348
VUV 118.32345
WST 2.709295
XAF 558.801055
XAG 0.01155
XAU 0.000212
XCD 2.70255
XCG 1.802539
XDR 0.694969
XOF 558.801055
XPF 101.593413
YER 238.649397
ZAR 16.47235
ZMK 9001.199405
ZMW 18.8284
ZWL 321.999592
Perspectivas de trégua entre Hamas e Israel em Gaza perdem força
Perspectivas de trégua entre Hamas e Israel em Gaza perdem força / foto: © AFP

Perspectivas de trégua entre Hamas e Israel em Gaza perdem força

As perspectivas de uma trégua entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza enfraqueceram neste domingo (18), após a ameaça dos Estados Unidos de bloquear uma nova resolução da ONU e o pessimismo de um mediador sobre as possibilidades de um cessar-fogo.

Tamanho do texto:

Os esforços para pôr fim aos combates coincidem com a determinação do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de realizar uma incursão em Rafah.

Cerca de 1,4 milhão de palestinos estão aglomerados nesta localidade na fronteira com o Egito, a maioria deslocados de outras regiões do pequeno território.

A campanha israelense para "aniquilar" o movimento islamista palestino se aproxima cada vez mais da localidade, o último núcleo urbano ainda não invadido por suas tropas.

A guerra eclodiu após os ataques de militantes do Hamas, em 7 de outubro, que deixaram 1.160 mortos, em sua maioria civis, segundo um balanço da AFP com base em dados oficiais israelenses.

Os militantes islamistas também sequestraram naquele dia 250 pessoas, das quais 130 permanecem retidas em Gaza, incluindo 30 que teriam morrido, segundo o governo israelense.

Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que já deixou 28.985 mortos, a maioria mulheres e menores de idade, segundo o Ministério da Saúde do Hamas, que governa Gaza desde 2007.

Não entrar em Rafah, insistiu Netanyahu no sábado, equivaleria a "perder a guerra" contra o Hamas, considerado organização "terrorista" por Israel, Estados Unidos e União Europeia.

Apesar dos apelos internacionais, Netanyahu insistiu que a operação avançará com ou sem acordo com o Hamas para a libertação de reféns.

As últimas negociações não foram "muito promissoras", admitiu no sábado o Catar, mediador do conflito ao lado de Estados Unidos e Egito.

- 'Não é uma guerra, é um genocídio' -

Segundo o primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al Thani, as negociações se complicaram com a insistência de "muitos países" por uma nova trégua que inclua libertações de reféns.

O Hamas ameaçou suspender sua participação no diálogo se não houver envio de ajuda para o norte de Gaza, onde ONGs advertem para uma crise de fome iminente.

O Conselho de Segurança da ONU pode votar na próxima semana uma resolução para um "cessar-fogo humanitário" em Gaza, embora os Estados Unidos anteciparam que devem bloquear a iniciativa.

"Caso ocorra a votação, da forma como está redigida, não será aprovada", advertiu a embaixadora americana na ONU, Linda Thomas-Greenfield.

O projeto, apresentado pela Argélia, busca um cessar-fogo imediato. Os Estados Unidos apoiam uma trégua para libertar os reféns e que interrompam os combates durante seis semanas.

A Argélia iniciou os debates sobre esta nova resolução após a Corte Internacional de Justiça determinar, no final de janeiro, que Israel deveria impedir qualquer ato de "genocídio" em Gaza.

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Israel não faz o suficiente.

O que está acontecendo na Faixa de Gaza não é "uma guerra, mas um genocídio", declarou Lula à imprensa em Adis Abeba, na Etiópia, onde participou da cúpula da União Africana.

O Ministério da Saúde do Hamas informou neste domingo que 127 pessoas morreram nas últimas 24 horas em Gaza.

- 'Foi morto na zona de segurança' -

Em um necrotério em Rafah, um grupo se despedia de um ente querido. "É meu primo, foi morto em Mawasi, na 'zona de segurança'", declarou Ahmad Muhammad Aburizq.

O Egito teme que uma ofensiva em Rafah desencadeie um êxodo de palestinos a seu território.

Por telefone, o presidente egípcio Abdel Fattah al Sissi e seu homólogo francês Emmanuel Macron concordaram que obrigar os habitantes de Gaza a cruzarem para o Egito seria "uma violação do direito internacional humanitário" e aumentaria os riscos "de uma escalada regional".

O Exército israelense informou neste domingo que bombardeou "infraestruturas terroristas" do movimento islamista Hezbollah, apoiado pelo Irã, no sul do Líbano.

O Ministério de Saúde da Autoridade Palestina informou que, também neste domingo, as forças israelenses mataram dois homens de 19 e 36 anos no campo de Tulkarem, na Cisjordânia ocupada, onde vivem mais de 27.000 refugiados palestinos.

Ao menos outras cinco pessoas ficaram feridas nessa operação, informou o Crescente Vermelho Palestino.

O Exército israelense indicou que a operação buscava um homem suspeito de ter "participado em ataques contra suas forças e de assassinar possíveis colaboradores em Tulkarem".

O alto representante para a política externa da União Europeia, Josep Borrell, afirmou que a situação na região representa um obstáculo para a paz.

"A Cisjordânia é o verdadeiro obstáculo para a solução de dois Estados", declarou Borrell na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, insistindo que a UE deve "apoiar a iniciativa árabe" de criar um Estado palestino, tanto na Cisjordânia como em Gaza.

A operação do Exército israelense continuou neste domingo no hospital Nasser, em Khan Yunis, informaram os militares.

Seis pacientes, entre eles uma criança, morreram devido a cortes de eletricidade no hospital, segundo o Hamas.

O movimento islamista também indicou que "70 profissionais de saúde foram presos" junto com "dezenas de pacientes acamados" e levados para um "local desconhecido".

burs/lb/mtp/mas/zm/sag/zm/jc/rpr

X.Gu--ThChM