The China Mail - Trump ouve no tribunal interrogatório a editor de tabloides

USD -
AED 3.672498
AFN 64.00001
ALL 81.482729
AMD 364.83349
ANG 1.790365
AOA 916.999817
ARS 1524.975698
AUD 1.438569
AWG 1.8025
AZN 1.700568
BAM 1.733158
BBD 2.015756
BDT 123.052656
BGN 1.683441
BHD 0.377328
BIF 3004.44854
BMD 1
BND 1.281424
BOB 12.054428
BRL 5.187901
BSD 1.000833
BTN 96.45446
BWP 14.158233
BYN 3.014683
BYR 19600
BZD 2.012832
CAD 1.424475
CDF 2312.501759
CHF 0.835115
CLF 0.024743
CLP 976.949829
CNY 6.70475
CNH 6.716595
COP 3314.79
CRC 457.240078
CUC 1
CUP 24.018396
CVE 97.712812
CZK 21.64135
DJF 178.215541
DKK 6.61512
DOP 59.79566
DZD 133.77797
EGP 52.292799
ERN 15
ETB 163.475001
EUR 0.884901
FJD 2.24875
FKP 0.753812
GBP 0.755505
GEL 2.594995
GGP 0.753812
GHS 11.724777
GIP 0.753812
GMD 74.000019
GNF 8804.033816
GTQ 7.645479
GYD 209.346324
HKD 7.84721
HNL 26.865513
HRK 6.667398
HTG 130.978015
HUF 324.915499
IDR 17981
ILS 3.07585
IMP 0.753812
INR 96.24925
IQD 1311.020726
IRR 1693849.999755
ISK 121.219973
JEP 0.753812
JMD 157.630753
JOD 0.709027
JPY 157.967497
KES 129.750338
KGS 87.44703
KHR 4053.132006
KMF 435.000043
KPW 900.000318
KRW 1361.270316
KWD 0.30882
KYD 0.834057
KZT 443.471634
LAK 22442.975382
LBP 89622.18589
LKR 330.728128
LRD 171.587828
LSL 16.576308
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.411393
MAD 9.760381
MDL 17.819861
MGA 4419.297095
MKD 54.561083
MMK 2099.783199
MNT 3598.053803
MOP 8.089432
MRU 40.068766
MUR 47.819871
MVR 15.460075
MWK 1735.373872
MXN 18.16605
MYR 4.085097
MZN 63.898567
NAD 16.575573
NGN 1327.789809
NIO 36.828953
NOK 9.621485
NPR 154.325085
NZD 1.78074
OMR 0.384508
PAB 1.000833
PEN 3.453202
PGK 4.464491
PHP 62.810395
PKR 277.237331
PLN 3.870445
PYG 5831.841625
QAR 3.648069
RON 4.674503
RSD 104.001994
RUB 83.552628
RWF 1476.791379
SAR 3.756193
SBD 8.065041
SCR 13.763509
SDG 601.50433
SEK 10.026404
SGD 1.279845
SHP 0.754575
SLE 24.601654
SLL 20969.491881
SOS 571.929887
SRD 37.621501
STD 20697.981008
STN 21.711004
SVC 8.757067
SYP 13002.000254
SZL 16.569484
THB 33.670224
TJS 9.217388
TMT 3.5
TND 2.975471
TOP 2.40776
TRY 49.034455
TTD 6.789784
TWD 31.912599
TZS 2635.002999
UAH 44.939475
UGX 3973.556883
UYU 40.28499
UZS 11829.395814
VES 859.10005
VND 25982
VUV 119.747847
WST 2.7762
XAF 580.457098
XAG 0.016389
XAU 0.000239315748
XCD 2.70255
XCG 1.803617
XDR 0.707052
XOF 580.457098
XPF 105.684789
YER 236.42499
ZAR 16.53851
ZMK 9001.208627
ZMW 19.680804
ZWL 321.999592
SSP 5712.591899
MXV 2.055907
Trump ouve no tribunal interrogatório a editor de tabloides
Trump ouve no tribunal interrogatório a editor de tabloides / foto: © POOL/AFP

Trump ouve no tribunal interrogatório a editor de tabloides

Donald Trump retornou, nesta quinta-feira (25), ao tribunal de Manhattan onde a acusação continuou o interrogatório ao editor de um tabloide que apoiou o magnata em sua campanha de 2016 com notícias positivas e enterrando as negativas.

Tamanho do texto:

A menos de sete meses da aguardada revanche contra o presidente democrata Joe Biden, o republicano é o primeiro ex-chefe do Executivo americano a se sentar no banco de réus, acusado de falsificar registros comerciais para ocultar o pagamento a uma ex-atriz pornô e comprar seu silêncio sobre um suposto caso extraconjugal antes das eleições de 2016.

No início da sessão, a Promotoria voltou a denunciar ao magistrado Juan Merchan que, apesar de sua ordem de proibi-lo de insultar pessoas relacionadas ao julgamento, o magnata continua ignorando a medida. Após uma audiência na manhã de terça-feira para discutir as repetidas violações, o juiz ainda não anunciou se o multará ou não.

David Pecker, editor do tabloide National Enquirer e primeira testemunha a depor, detalhou sua relação com o magnata republicano e a prática conhecida como "pegar e matar", que consiste em comprar notícias potencialmente prejudiciais para que não sejam divulgadas.

Foi assim com o pagamento à modelo da Playboy Karen McDougal, a quem o National Enquirer deu 150 mil dólares (789 mil reais na cotação atual) por uma história que ela tentava vender durante a campanha de 2016 sobre um caso extraconjugal que teve com o magnata e que nunca foi publicada.

"Compramos a história para que nenhum outro veículo a publicasse. Não queríamos que prejudicasse Trump ou atrapalhasse sua campanha", reconheceu o homem de 72 anos à Promotoria.

A acusação alega que que este acordo fazia parte de um plano mais amplo.

"As histórias sobre o sr. Trump", bem como as "histórias negativas sobre seus adversários (...) aumentam as vendas" do jornal e beneficiaram a campanha do magnata, reconheceu Pecker na terça-feira.

- "Acordo amigável" -

Em um "acordo amigável" com o então advogado de Trump, Michael Cohen — que também será uma das principais testemunhas da acusação —, o ex-editor do tabloide afirmou acreditar que seria reembolsado pela quantia que pagou para não publicar a história de McDougal.

"Não se preocupe, sou seu amigo. O chefe cuidará disso", garantiu Cohen à época.

Pecker, que disse conhecer Trump desde 1989, havia chegado a um "acordo amigável" em agosto de 2015 em um encontro na Trump Tower, em Manhattan, na qual estavam presentes o magnata, sua assistente pessoal Hope Nicks e Cohen.

Também afirmou que os leitores do National Enquirer "adoravam" Trump, que na época estrelava o programa de televisão de sucesso "O Aprendiz" antes de entrar na política em 2015.

A imprensa sensacionalista foi imprescindível para cimentar sua popularidade, sobretudo em uma cidade onde era pouco apreciado.

Em plena campanha eleitoral para as eleições de 5 de novembro, o republicano aparece nas sessões cada vez mais irritado por ter sido obrigado a comparecer diariamente à antiga sala do tribunal e ouvir tanto a acusação como o depoimento da primeira testemunha.

Paralelamente, nesta quinta-feira, a Suprema Corte dos Estados Unidos começou a examinar se Trump dispõe de imunidade penal como ex-presidente por suas ações enquanto ocupava o cargo.

A decisão pode ter repercussões de grande alcance para o Poder Executivo, mas também para os numerosos processos judiciais abertos contra Trump, em especial pela tentativa de reverter o resultado das eleições de 2020 e pela gestão de documentos secretos quando ele deixou a Casa Branca.

C.Smith--ThChM